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Mais de 4 mil toneladas de peixe devem ser vendidas no estado durante Semana Santa

Emater-RS estima um desempenho 9% superior ao do ano passado. (Foto: Arquivo/PMPA)

A Emater (Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural) está otimista em relação à venda de peixes durante a Semana Santa em todo o Rio Grande do Sul. Com um incremento de 9% em relação à efeméride no ano passado, o volume deve chegar perto de 4,3 mil toneladas.

Já o preço médio de venda apresenta leve queda de 2%, passando de R$ 14 para R$ 13,66 o quilo. Na média, os valores por quilo são de R$ 41,20 para o camarão descascado, R$ 26 para o filé de tilápia, R$ 21,27 para o filé de carpa-capim e R$ 9,46 para a carpa prateada inteira. Já a tilápia inteira está em R$ 8,12 e a violinha inteira em R$ 5,85.

O produto é oferecido em 332 feiras e outros 6,2 mil pontos, tais como açougues, supermercados, à beira do mar e de rios ou similares e a própria residência do pescador, além de vendedores ambulantes, apenas para citar os principais exemplos.

“Ao longo do ano, planejamos e executamos várias atividades na área de piscicultura”, ressalta o assistente técnico Henrique Bartels, da Ascar (Associação Sulina de Crédito e Assistência Rural), ligada à Emater-RS. Dentre as principais iniciativas, ele menciona os projetos de viveiros e as orientações aos criadores de peixes.

Porto Alegre

Às 14h dessa terça-feira, o prefeito Nelson Marchezan Júnior abriu oficialmente a 239ª a Feira do Peixe de Porto Alegre, evento que já oferece o produto em frente ao Mercado Público (Centro Histórico) desde o dia anterior. São 51 bancas distribuídas em espaço de 2,5 mil metros quadrados no largo Glênio Peres e que oferecem pescados frescos, ainda vivos ou assados na taquara, bem como bolinhos e espetinhos.

Segundo a administração municipal, a expectativa é de que o evento deste ano supere o desempenho da edição de 2018, quando foram vendidas 407 toneladas, com faturamento de R$ 506 milhões. As opções mais procuradas são tilápia, merluza, tainha, abrótea, corvina e anchova.

O evento prossegue até sexta-feira. Paralelamente, ocorrem a 17ª Feira do Peixe da Restinga e a 8ª Feira do Peixe do Extremo Sul, no bairro Belém Novo. Juntos, esses três pontos movimentaram mais de 700 mil pessoas na edição passada.

A Feira teve a sua primeira edição em 1880, apenas oito anos após a fundação da cidade, e hoje mobiliza mais de 250 famílias de pescadores, contribuindo para estimular a cadeia produtiva do segmento. “O evento valoriza a economia local, na medida em que gera emprego e renda para as comunidades do arquipélago e pescadores das zonas Sul e Extremo Sul da Capital”, ressalta o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Eduardo Cidade.

Desde 2017, a iniciativa é promovida sem recursos públicos. Todo o valor do evento é custeado pelos feirantes da Colônia Z-5 de Pescadores e da Appesul (Associação de Pescadores), além de atacadistas e expositores. As três mostras realizadas paralelamente contam com o apoio institucional da prefeitura.

– 239ª Feira do Peixe de Porto Alegre: Largo Glênio Peres (Centro Histórico), até 19 de abril (8h30min às 20h30min);

– 17ª Feira do Peixe da Restinga: Esplanada da Restinga (bairro Restinga), até 19 de abril (8h30min às 20h30min);

– 8ª Feira do Peixe do Extremo Sul: Praça Inácio Antônio da Silva (bairro Belém Novo), até 19 de abril (8h30min às 20h30min).

(Marcello Campos)

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