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Massacre em Suzano: menor apontado como 3º suspeito nega ligação com ataque e é liberado

Câmera de segurança mostra os dois pagando a conta do estacionamento, seis dias antes do ataque à escola

O adolescente de 17 anos suspeito de ter envolvimento no massacre na Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano, prestou depoimento, negou ter participado da elaboração do plano e foi liberado. Acompanhado da mãe, ele se apresentou ao Fórum de Suzano na manhã desta sexta-feira (15) e foi ouvido pelo promotor da Vara da Infância e Juventude.

Segundo a polícia, o adolescente de 17 anos também é ex-aluno da escola e foi colega de classe de um dos assassinos. O ataque deixou dez mortos, dos quais duas funcionárias da escola, seis alunos e os dois criminosos. Outros 11 feridos foram hospitalizados. Oito ainda permanecem internados.

Na quarta (13), a polícia informou que as investigações indicaram que a dupla tinha um pacto sobre se matar após o massacre. Guilherme matou Luiz Henrique e depois se suicidou.

Eles eram ex-alunos do local, vizinhos e frequentavam fóruns ilegais na internet para obter informações sobre como realizar os ataques.

“Os dois autores mortos durante o ataque participaram efetivamente da execução. O terceiro suspeito identificado não estava naquela localidade. Ele participou, em tese, de todo o planejamento. Eles projetaram o ocorrido pelo menos desde novembro”, explicou o delegado geral da Polícia Civil, Ruy Ferraz Fontes.

De acordo com o delegado Alexandre Henrique Augusto Dias, responsável pelo inquérito policial, o terceiro suspeito era colega de classe do atirador. O jovem teria auxiliado na compra de equipamentos utilizados durante o crime, adquiridos por meio do comércio virtual.

“Eles se inspiraram no ataque Columbine, nos Estados Unidos, ocorrido no ano de 1999. Os envolvidos tinham conhecimento absoluto da unidade de ensino”, disse Dias.

Os materiais e o veículo utilizados foram apreendidos e encaminhados para análise. A perícia técnica comprovará a dinâmica dos fatos.

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