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A ministra Cármen Lúcia, presidente do Supremo, negou a possibilidade de assumir a Presidência do Brasil

Cármen afirma que está no lugar onde tem 'obrigação constitucional de estar'. (Foto: Fabio Pozzebom/ABr)

Em uma conversa informal com jornalistas, a presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), a ministra Cármen Lúcia, disse nesta sexta-feira (19) que o Brasil vai sobreviver ao conteúdo das delações da JBS, rebateu os rumores de que poderia eventualmente assumir a Presidência da República e afirmou que pretende continuar na magistratura “até o último dia”.

“Estou no lugar que eu tenho a obrigação constitucional de estar e estarei com muito gosto”, disse a ministra. Cármen, que fez uma visita surpresa de 13 minutos aos repórteres que cobrem o STF para verificar as instalações do comitê de imprensa, que devem ser reformadas.

“Fui muito honrada de ter tido oportunidade de ser juíza, me sinto muito bem na magistratura e, se Deus quiser, até o último dia que eu estiver aqui, que eu tiver saúde, condições de estar aqui, eu vou estar cumprindo a minha função com o mesmo gosto que eu cumpro hoje”, completou a ministra, cujo nome tem sido especulado nos bastidores no caso de uma eventual eleição indireta.

Questionada se acompanha com aflição a crise política que se instalou no País nos últimos dias, a presidente do Supremo disse que está “o tempo todo” preocupada com os rumos do Brasil.

“Preocupada com o Brasil nós estamos o tempo todo. O papel do Poder Judiciário, no que a democracia ajudar, nós estamos fazendo. As instituições estão funcionando, o Brasil está dando uma demonstração de maturidade democrática. Os percalços fazem parte das intempéries”, comentou.

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