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Nesta quarta, 25 anos sem Ayrton Senna

Desde 1994, o dia 1° de maio passou a ser considerado o dia de Ayrton Senna. (Foto: Reprodução)

Em 1º de maio é celebrado o Dia do Trabalho, mas desde 1994 a data também passou a ser considerada o dia de Ayrton Senna. Esta quarta-feira marca os 25 anos da morte do ídolo brasileiro da Fórmula 1 e o Instituto Ayrton Senna (IAS) quer celebrar o legado do piloto.

Por isso, a ONG promoverá, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, o Senna Day. Trata-se de um festival com música, esportes, corrida de kart e exposição, entre outras atrações. Os ingressos custam de R$ 45 a R$ 90 (sem taxa de conveniência) e podem ser adquiridos no site ticketsforfun.com.br. Parte da renda será revertida para projetos do instituto.

O evento terá início às 7h desta quarta-feira. Além de corridas a pé, de 5 e 10 km, haverá opção de caminhada – todas na pista do autódromo. A “Senninha Racing Day” será exclusiva para crianças de 3 a 10 anos de idade.

E por falar no personagem dos quadrinhos, Senninha é o nome do espaço dedicado aos pequenos. Entre as atrações está o show do ator e cantor mirim Pedro Miranda.

Motor

Após as corridas, a pista vai virar palco para o McLaren Senna, superesportivo batizado em homenagem ao tricampeão. O carro será pilotado por Cacá Bueno (Stock Car) e Sergio Sette Câmara (Fórmula 2).

Pilotos profissionais também disputarão baterias de kart no kartódromo Ayrton Senna, que faz parte do complexo de Interlagos. Haverá ainda exposição de objetos utilizados pelo piloto, como capacetes originais.

DJs tocarão as músicas preferidas de Senna, segundo Bianca Senna, diretora do IAS e sobrinha do tricampeão. Shows com Daniel, Leo Chaves, Daniela Mercury, Sandra de Sá e Wilson Sideral também estão confirmados. Os organizadores fazem segredo sobre as atrações do show de encerramento, marcado para as 17h.

Senna e Interlagos

Embora Senna só tenha vencido duas vezes no autódromo paulista (em Mônaco, por exemplo, foram seis), Interlagos foi palco de momentos emocionantes na trajetória do piloto. Em 1991, na primeira vitória no Brasil (a 28ª da carreira), o tricampeão teve de superar, além da chuva, um defeito no câmbio de seu McLaren, que travou na sexta marcha quando faltavam sete voltas para o fim da prova.

A segunda vitória em Interlagos veio em 1993. Na última volta, Senna levou o carro na ponta dos dedos após a luz de advertência indicando queda da pressão do motor se acender no painel. Logo depois de a McLaren cruzar a linha de chegada, o Ford V8 “apagou” na reta oposta, já na volta da vitória.

O público invadiu a pista e Senna foi carregado pelos fãs. No pódio, ele recebeu o troféu das mãos do ídolo e amigo Juan Manuel Fangio.

 

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