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Notebooks com a tela dobrável só daqui a dois anos, disse a Intel

O notebook seria formado por apenas uma grande peça de plástico, possivelmente sem dobradiça ou com um formato diferente separando a tela do teclado. (Foto: Reprodução)

Os celulares dobráveis estão começando a sua caminhada no mercado de dispositivos móveis e ainda não conquistaram muitos interessados, já que a tecnologia precisa evoluir e se popularizar. Porém, muitos já estão com a cabeça lá na frente, pensando em transformar outro eletrônico em flexível: notebook.

De acordo com o site Nikkei Asian Review, um executivo de alto cargo da Intel afirmou que a tecnologia ainda deve demorar ao menos 2 anos para surgir. Ainda assim, isso é um sinal de que a fabricante de processadores já trabalha com empresas de painéis para tornar isso possível.

“Ainda é um começo para buscar vias possíveis e estamos tentando entender a capacidade e as limitações da tecnologia”, afirmou o gerente geral de inovação mobile, Joshua Newman, durante um congresso em Taipei, em Taiwan. Nesse caso, o notebook seria formado por apenas uma grande peça de plástico, possivelmente sem dobradiça ou com um formato diferente separando a tela do teclado.

Longo caminho pela frente

Newman explicou que a Intel de fato vê potencial nesse segmento, mas precisa pesquisar muito para saber que elementos são relevantes para os usuários — e isso ainda está em estágio bem inicial.

Outro obstáculo é a possível má aceitação de dispositivos dobráveis, caso a primeira geração de smartphones com tela que se divide ao meio fracasse. O Galaxy Fold, por exemplo, já apresentou problemas e teve o lançamento adiado. “Até os consumidores podem virar mais conservadores com esse tipo de aparelho. […] Ainda resta saber se eles pensam que as telas flexíveis são mesmo úteis para eles”, finalizou o executivo.

Mais poderoso do mundo

O Departamento de Energia dos Estados Unidos anunciou na última semana uma novidade para o futuro. O país autorizou a construção de um novo supercomputador que deverá ultrapassar todos os recordes e se transformar no modelo mais rápido e poderoso do mundo — isso quando ele ficar pronto, o que só acontecerá em 2021.

Batizado de Frontier, o modelo será fruto de uma parceria entre a fabricante Cray, responsável pela arquitetura da máquina, e a AMD, que fornecerá tecnologias de processamento AMD EPYC e aceleradores Radeon Instinct. A construção acontecerá no Oak Ridge Leadership Computing Facility, no estado do Tennessee.

O supercomputador será capaz de realizar 1,5 quintilhão de cálculos por segundo, o equivalente a 1,5 exaflop. Também terá um sistema de inteligência artificial de segunda geração, com mais capacidade de machine learning, deep learning e análise de dados do que os supercomputadores já em atividade.

Todo esse poder deverá ser usado para a realização de pesquisas científicas em várias áreas, como saúde, economia, geração de energia e fabricação de novos materiais.

Disputa acirrada

Enquanto o Frontier está em construção, a briga para saber qual é o supercomputador mais rápido do mundo segue quente. Atualmente, o título está em Oak Ridge e pertence ao Summit, da IBM, que não deve manter o troféu por muito tempo. Isso porque ele realiza “apenas” 200 quadrilhões de cálculos por segundo e será batido no máximo em 2021, quando a Intel inaugurará um novo modelo, também em parceria com a Cray, que chega a 1 exaflop.

Além disso, China e Japão são polos da área e trabalham de forma menos midiática, o que significa que, a qualquer momento, a barreira do exaflop pode ser superada e o reino dos supercomputadores pode ter um novo soberano.

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