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A nova atualização para o Iphone impede que o celular seja invadido via Wi-Fi

Ataque "Broadpwn" permite acesso não autorizado informações pessoais. (Foto: Divulgação)

Instalar a atualização mais recente (número 10.3.3) do iOS, sistema operacional dos iPhones e iPads, deve ser uma prioridade para quem tem um desses produtos. Liberada nesta quarta-feira (19) pela Apple, ela impede que o eletrônico seja controlado por hackers por meio de uma brecha em um chip que acessa conexões Wi-Fi.

A atualização foi motivada após a descoberta da falha CVE-2017- 9417 creditada ao pesquisador de segurança Nitay Artenstein, da Exodus Intelligence. Apelidada de “Broadpwn”, ela afeta chips de Wi-Fi, da série Broadcom43xx, fabricados pela empresa Broadcom.

Artenstein afirmou, em um resumo da sua futura palestra para o evento de segurança Black Hat 2017 – que ocorrerá em Las Vegas (EUA) de 22 a 27 de julho – que a falha permite executar um código malicioso nos modelos de chip BCM4354, 4358 e 4359, que são encontrados em celulares de várias marcas.

Além dos iPhones, celulares da HTC, da LG, da Samsung e até do Google (linha Nexus) também estariam expostos por usar esses chips – os celulares dessas marcas que estariam vulneráveis ainda não foram especificados pelo pesquisador.

O ataque “Broadpwn” permite que o invasor acesse de forma não autorizada informações pessoais do usuário, realize modificações não autorizadas na configuração do celular e até efetue o bloqueio do sistema. Estão aptos a receber a atualização o iPhone 5 e modelos posteriores (5S, 5C, 6, 6S e 7); quarta geração do iPad em diante; e o iPod Touch da sexta geração.

Para verificar se há alguma atualização nova no seu aparelho. entre em Ajustes > Atualização de Software, e se tiver a versão 10.3.3, clique em Transferir e Instalar e espere a instalação ser completada.

Emojis da Samsung são diferentes dos do iPhone

O emoji já é uma parte presente na comunicação entre as pessoas. Eles surgiram nos celulares japoneses no final dos anos 1990 e ganharam o resto do mundo no final dos anos 2000, quando a Apple incluiu as pequenas imagens no teclado do iPhone. Hoje, todas as fabricantes oferecem os ícones e caretinhas do emoji, mas eles são diferentes em cada plataforma. Você sabe o motivo?

A criação dos emojis foi uma tentativa das operadoras móveis japonesas de padronizar o uso dos ícones, já na época populares. Era um fenômeno global – no ocidente, na mesma época aplicativos para computadores, como ICQ, também traziam imagens do tipo.

A grande virada para tornar o emoji uma linguagem universal foi a incorporação desses caracteres ao Padrão Unicode, em outubro de 2010. O Unicode é um padrão da indústria para codificar, exibir e lidar com textos de maneira consistente. Sua adoção por diversas empresas facilitou a interoperabilidade de textos entre sistemas distintos, além de preservar alfabetos e determinar o futuro de alguns subconjuntos, como o emoji.

A cada versão do Padrão Unicode, uma equipe composta por empresas e especialistas decide os novos emojis. A versão 6.0, primeira a trazer emojis, tinha 722 deles. A atual, 10.0, conta com 1144. O Unicode não determina a aparência dos emojis, mas sim o que eles representam. Cabe às empresas que implementam o conjunto de emojis desenhá-los seguindo essas especificações.

O fato do Unicode fornecer apenas orientações vagas das representações dos emojis faz com que nem sempre a consistência seja a ideal. Alguns variam bastante de plataforma para plataforma, a ponto de distorcer ou gerar dúvidas sobre o significado.

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