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Nova Zelândia quer proibir venda de armas do tipo militar

Atentados contra mesquitas levaram polícia a reforçar segurança na Nova Zelândia (Arquivo/REUTERS/SNPA/Martin Hunter)

Após o duplo ataque a mesquitas na Nova Zelândia, a primeira-ministra Jacinda Ardern anunciou que armas semi-automáticas e automáticas de estilo militar não serão mais vendidas no país. O ataque provocou 50 mortos e muitos feridos.

Segundo Ardern, a lei deve entrar em vigor em 11 de abril. O governo estuda propostas para incentivar donos de armas deste tipo a entregá-las às autoridades.

“Toda arma semi-automática usada no ataque terrorista na sexta-feira será proibida”, disse ela.

No último dia 15, pela manhã, fiéis muçulmanos estavam reunidos em mesquitas quando atiradores entraram, utilizando armas semi-automáticas e automáticas de estilo militar.

Quatro homens foram presos e um deles é considerado o principal responsável pela violência.

A proibição será aplicada a todos os semi-automáticos estilo militar (MSSA) e rifles de assalto, juntamente com peças usadas para converter armas em MSSAs e todas as revistas de alta capacidade.

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