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O garoto Michelzinho, filho de Michel Temer, fez um gesto imitando uma arma durante o desfile de 7 de Setembro

Caçula (de camisa branca) tem 9 anos de idade. (Foto: Reprodução/Youtube)

Nessa sexta-feira, o garoto Michelzinho, 9 anos, filho caçula do presidente Michel Temer, fez gestos com as mãos imitando uma arma durante o desfile de 7 de setembro em Brasília. A cena foi flagrada por diversos veículos de imprensa que acompanhavam o evento.

Na ocasião, a criança acompanhava o pai e a mãe, a primeira-dama Marcela Temer, na tribuna destinada às autoridades na Esplanada dos Ministérios.

Os gestos do menino foram feitos durante a passagem do desfile, que incluía militares empunhando armas. A parada havia sido aberta por volta de 9h, com o Hino Nacional cantado pelo coral dos alunos do Colégio Militar de Brasília e apresentação de aeronaves da Esquadrilha da Fumaça em ação no céu.

Não faltou quem fizesse uma alusão entre a pose do menino e a já famosa “marca” repetida com frequência pelo candidato à Presidência da República pelo PSL, Jair Bolsonaro, imitando o disparo de uma espingarda, rifle ou fuzil.

O polêmico parlamentar (que na quinta-feira foi alvo de um ataque à faca durante ato de campanha na cidade mineira de Juiz de Fora), aliás, já sofreu críticas por estimular crianças a imitar armas com as mãos.

Tribuna

Ao todo, 11 ministros acompanharam o desfile da tribuna das autoridades: o chefes da Casa Civil, Eliseu Padilha, da Secretaria-Geral, Ronaldo Fonseca, da Defesa, Joaquim Silva e Luna, da Justiça, Torquato Jardim, da Segurança Pública, Raul Jungmann, da Fazenda, Eduardo Guardia, do Planejamento, Esteves Colnago, das Cidades, Alexandre Baldy, da Cultura, Sérgio Sá Leitão, do Desenvolvimento Social, Alberto Beltrame, e da Transparência e Controladoria Geral da União, Wagner Rosário.

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública, estiveram na Esplanada cerca de 30 mil pessoas, das quais 25 mil ocuparam arquibancadas e tribunas. Temer foi recebido com honras militares feitas pelo Batalhão da Guarda Presidencial, mas não escapou de vaias de parte dos presentes, principalmente os que estavam nas arquibancadas populares, mais distantes do presidente.

Neste ano, um forte esquema de segurança foi visto por toda a Esplanada, incluindo a instalação de um muro de lata cobrindo praticamente toda a via do desfile. O clima, no entanto, foi descrito pela imprensa local como de “tranquilidade”.

Bolsonaro

No Rio de Janeiro, cartazes de apoio a Jair Bolsonaro foram exibidos por pessoas que assistiam ao desfile cívico comemorativo na avenida Presidente Vargas. “Ele vai resistir e será nosso presidente”, afirmou um advogado de 32 anos que segurava um cartaz onde se lia “Força, Bolsonaro”.

O desfile na capital fluminense teve início às 9h30min e se estendeu até o meio dia. Policiais civis e militares assassinados neste ano no Estado foram homenageados em banners e tiveram os seus nomes citados por um locutor.

m meio ao público, dezenas de cabos eleitorais distribuem santinhos de candidatos a deputado federal e estadual, boa parte deles do partido de Bolsonaro. Em Brasília, apoiadores também foram vistos com camisas pró-Bolsonaro.