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Google obtém autorização para fazer entregas por drones

Wing, subsidiária da companhia, é a primeira a ter permissão para realizar serviço no país. (Foto: Divulgação)

A Wing Aviation, uma empresa subsidiária da Alphabet, que é a empresa dona do Google, recebeu nesta terça-feira (23) permissão para fazer entregas com drones no Estado norte-americano da Virgínia no fim de 2019, o que torna a empresa a primeira a obter certificado para remessas aéreas no país, disse a FAA (Agência Federal de Aviação) dos Estados Unidos.

Segundo a FAA, a Wing demonstrou que suas operações cumprem requisitos de segurança, que se baseiam em dados e documentação abrangentes, além de milhares de voos seguros realizados na Austrália, onde já faz entrega de alimentos e remédios em comunidades pequenas.

Com isso, a Wing poderá iniciar serviço comercial de entrega domiciliar de produtos de empresas locais, o que inclui voos sobre pessoas e fora do campo de visão do controlador, disseram a FAA e a Wing Aviation.

A aprovação é uma vitória da Wing frente à concorrência da Amazon, que apesar de já ter testado entregas com drones, ainda não lançou um serviço comercial de delivery com essa tecnologia.

A empresa fez uma parceria com a Parceria de Aviação do Atlântico-Médio, uma unidade de pesquisas da Universidade Virginia Tech para o início do projeto.

“Este é um passo importante no teste seguro e na integração dos drones em nossa economia. A segurança continua sendo nossa prioridade número um à medida que esta tecnologia continua a se desenvolver e atingir seu potencial total”, disse a secretária d Transportes dos EUA, Elaine Chao.

O certificado tem validade de dois anos, disse a FAA. Os pilotos podem operar até cinco drones ao mesmo tempo, mas só durante o dia. As aeronaves por controle remoto não podem transportar materiais perigosos nem pairar sobre as pessoas, detalhou a agência.

A companhia ainda não pode fazer entregas em áreas urbanas e com alta densidade populacional.

A autorização era necessária porque, segundo a autorização específica para uso de drones comerciais que tiveram uso regulamentado em 2016, sua atuação era restrita por uma série de exigências de segurança, como o controle por um operador que os mantivesse em seu campo de visão.

O drone da Wing combina características de um helicóptero e um avião, capaz de se movimentar verticalmente e horizontalmente em alta velocidade.

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