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Uma rara briga entre gigantes da tecnologia ganhou calor nesta semana, quando o Google declarou que não vai permitir que o YouTube rode nos dispositivos da Amazon

Quem perde com a briga é o consumidor. (Foto: Reprodução)

Uma rara disputa pública na indústria de tecnologia se ampliou nesta semana, com o Google dizendo que bloqueará o YouTube em dois dispositivos da Amazon e criticando a varejista online por não vender hardware do Google.

A briga é a mais recente no Vale do Silício para colocar os consumidores no fogo cruzado de grandes concorrentes. Google, que é controlado pela Alphabet, e Amazon competem em muitas áreas, da computação na nuvem até a busca online, além da venda de dispositivos controlados por voz como Google Home e Amazon Echo Show.

As apostas são altas: muitos no setor de tecnologia esperam que a interação com computadores através da voz se disseminará e não ficou claro se Amazon, Google ou outra empresa dominará o espaço.

Os dispositivos controlados por voz da Amazon têm sido mais vendidos que os do Google até agora, de acordo com estudo da empresa de pesquisas eMarketer realizado este ano.

Em comunicado na terça-feira, o Google informou: “a Amazon não tem produtos do Google como o Chromecast e Google Home, não deixa seu serviço Prime Video disponível para clientes do Google Cast e mês passado parou de vender alguns dos mais recentes produtos da Nest (nossa companhia irmã)”.

“Dada a falta de reciprocidade, não daremos mais suporte ao YouTube – nos dispositivos Echo Show e Fire TV”, disse o Google. “Esperamos chegar a um acordo para resolver as questões em breve”, acrescentou.

A Amazon, por sua vez, informou em comunicado que o “Google está criando um precedente decepcionante ao bloquear o acesso dos clientes a um site aberto”.

A Amazon tem como postura não fornecer em sua rede varejista produtos da concorrência direta, como Google e Apple, incluindo o Chromecast e o Apple TV, priorizando sua própria linha de produtos. A Nest era uma exceção à regra, mas dada sua proximidade recente com a gigante, acabou entrando na linha de corte. O problema é que, como a Amazon é a maior varejista do mundo, essa decisão acaba tendo um impacto negativo para o consumidor.

Quem acaba “pagando o pato” com essa briga? O consumidor, que, ao escolher um gadget da Amazon, fica sem acesso à maior plataforma de vídeos do mundo, o YouTube, que é da Google. Contudo, a decisão da gigante só reforça o poder da Amazon enquanto varejista, já que, tomando uma medida drástica como essa, deixa bem claro o quão importante a Amazon é para a venda de seus produtos.

Android Oreo

Apenas alguns dias após o lançar o Android Oreo 8.1 para os aparelhos das linhas Pixel e Nexus, a Google informa que o Android Wear também receberá uma atualização para acompanhar a mais recente versão do sistema operacional móvel do robô verde.

A informação foi divulgada em publicação de Hoi Lam, responsável pela divisão de wearables da Google. Além de revelar algumas screenshots, Lam informou que o update oferecerá novidades como a regulagem da intensidade de vibração de notificações, bloqueio por toque, suporte a mais idiomas e melhor gerenciamento de bateria.

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