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O governo do Estado do Rio Grande do Sul e entidades criaram um grupo para combater a pirataria e o comércio ilegal em Porto Alegre

Órgão contará com participação de órgãos federais, estaduais, municipais e de entidades representativas da sociedade civil organizada. (Foto: Claiton Silva/SSP)

O combate ao comércio ilegal e à pirataria será enfrentado de maneira sistêmica pela SSP (Secretaria de Segurança Pública) do Rio Grande do Sul. O Gabinete de Gestão Integrada da SSP passará a contar com uma câmara temática sobre o tema, que contará com a participação de órgãos federais, estaduais, municipais e de entidades representativas da sociedade civil organizada.

A decisão foi tomada pelo secretário Cezar Schirmer, nesta terça-feira (14), após reunião com o deputado estadual Frederico Antunes, presidente da Frente Parlamentar em Defesa da Proibição da Venda de Produtos Contrabandeados da Assembleia Legislativa. Para o secretário, trata-se de um tema que deve ser encarado com muita seriedade e ações integradas.

“Não se trata apenas de combater a pirataria, mas de construir uma política mais ampla, que agregue ações nas áreas da saúde, vigilância sanitária e fiscalização tributária, por exemplo. Para isso, é fundamental a participação da sociedade e das prefeituras, que sofrem diretamente com a questão”, avaliou Schirmer.

A primeira reunião de trabalho deverá ser realizada na próxima semana. Antes disso, a expectativa é de que operações conjuntas se iniciem ainda em novembro. “Contrabando, pirataria e comércio ilegal de mercadorias movimentaram, no Rio Grande do Sul, R$ 50 bilhões em 2016. Em Porto Alegre, foram mais de R$ 10 bilhões”, afirmou o deputado Frederico Antunes.

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