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O governo do Estado sancionou o aumento do salário mínimo regional em 3,4%

Medida deve constar na edição desta sexta-feira do Diário Oficial do Estado. (Foto: Divulgação/Casa Civil)

A edição desta sexta-feira do Diário Oficial do Estado deve publicar a lei que reajusta o salário mínimo regional do Rio Grande do Sul em 3,4%. Encaminhada pelo governador Eduardo Leite e aprovada na Assembleia Legislativa por 43 votos a três na terça-feira, a proposta foi sancionada pelo Palácio Piratini no final da manhã passada.

O novo índice é retroativo a 1° de fevereiro, data-base do piso, e acompanha a inflação oficial desse período. Com isso, a menor faixa do mínimo regional passará a ser de R$ 1.237, ao passo que a maior estará fixada em R$ 1.567 (os valores aqui aparecem de forma significada, sem os centavos, detalhados a seguir).

R$ 1.237,15

Trabalhadores na agricultura e na pecuária, nas indústrias extrativas, em empresas de capturação do pescado (pesqueira), empregados domésticos, em turismo e hospitalidade, nas indústrias da construção civil, nas indústrias de instrumentos musicais e de brinquedos, em estabelecimentos hípicos, empregados motociclistas no transporte de documentos e de pequenos volumes – “motoboy” e empregados em garagens e estacionamentos;

R$ 1.265,63

Trabalhadores nas indústrias do vestuário e do calçado, nas indústrias de fiação e de tecelagem, nas indústrias de artefatos de couro, nas indústrias do papel, papelão e cortiça, em empresas distribuidoras e vendedoras de jornais e revistas e empregados em bancas, vendedores ambulantes de jornais e revistas, empregados da administração das empresas proprietárias de jornais e revistas, empregados em estabelecimentos de serviços de saúde, empregados em serviços de asseio, conservação e limpeza, nas empresas de telecomunicações, teleoperador, “telemarketing”, “call centers”, operadores de “voip” (voz sobre identificação e protocolo), TV a cabo e similares e empregados em hotéis, restaurantes, bares e similares;

R$ 1.294,34

Trabalhadores nas indústrias do mobiliário, nas indústrias químicas e farmacêuticas, nas indústrias cinematográficas, nas indústrias da alimentação, empregados no comércio em geral, empregados de agentes autônomos do comércio, empregados em exibidoras e distribuidoras cinematográficas, movimentadores de mercadorias em geral, no comércio armazenador e auxiliares de administração de armazéns gerais;

R$ 1.346,46

Trabalhadores nas indústrias metalúrgicas, mecânicas e de material elétrico, nas indústrias gráficas, nas indústrias de vidros, cristais, espelhos, cerâmica de louça e porcelana, nas indústrias de artefatos de borracha, em empresas de seguros privados e capitalização e de agentes autônomos de seguros privados e de crédito, em edifícios e condomínios residenciais, comerciais e similares, nas indústrias de joalheria e lapidação de pedras preciosas;

Constam ainda nesse segmento os auxiliares em administração escolar (empregados de estabelecimentos de ensino), empregados em entidades culturais, recreativas, de assistência social, de orientação e formação profissional, marinheiros fluviais de convés, marinheiros fluviais de máquinas, cozinheiros fluviais, taifeiros fluviais, empregados em escritórios de agências de navegação, empregados em terminais de contêineres e mestres e encarregados em estaleiros, vigilantes, marítimos do 1º grupo de Aquaviários que laboram nas seções de convés, máquinas, câmara e saúde, em todos os níveis (I, II, III, IV, V, VI, VII e superiores);

R$ 1.567,81

Trabalhadores técnicos de nível médio, tanto em cursos integrados como subsequentes ou concomitantes.

(Marcello Campos)

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