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O Facebook lançou nos Estados Unidos o Messenger Kids, um aplicativo de mensagens para menores de 13 anos

Messenger Kids é nova investida do Facebook. (Foto: Reprodução)

Em meio a polêmicas envolvendo vídeos destinados a crianças no YouTube, O Facebook lançou nesta segunda-feira (4) o Messenger Kids, um aplicativo que permite que a maior rede social do mundo se expanda para um mercado até agora inexplorado de crianças menores de 13 anos, ao mesmo tempo em que dá aos pais controle completo sobre o que seus filhos veem.

O Facebook normalmente exige que os usuários tenham pelo menos 13 anos de idade. O lançamento é uma prévia, porque só está disponível nos Estados Unidos e apenas nos sistemas operacionais da Apple. Por enquanto restrito aos usuários norte-americanos de sistema iOS – no iPad, iPod touch e iPhone – o Messenger Kids deve chegar à Amazon App Store e à Google Play nos próximos meses.

O Kids pode ser controlado a partir de uma conta do Facebook dos pais. Após o download, o pai ou mãe autentica o aparelho do filho usando o próprio nome dele/dela de usuário e senha do Facebook. Isso não criará uma conta do Facebook para o filho ou dará acesso a ele à conta do adulto.

A configuração é concluída ao criar uma conta de Messenger para o filho, fornecendo apenas o nome da criança. É possível ainda adicionar pessoas à lista de contatos aprovada, no painel de controles parentais do Messenger Kids no aplicativo do Facebook do responsável. O acesso a essa área ocorre clicando em “Mais” no canto inferior direito do app Facebook e depois em “Messenger Kids” na seção “Explorar”.

As crianças podem enviar mensagens de texto, fotos, vídeos ou iniciar um bate-papo em vídeo individual ou em grupo com os contatos aprovados pelos pais. A tela inicial mostra quem são os contatos aprovados pelos pais para conversar, e quando esses contatos estão online.

O interessante é que os pais receberão todas as mensagens através do seu aplicativo Messenger regular, para se certificar que a conversa rolará por temas seguros ou sem segredos.

O Facebook diz ter realizado uma pesquisa com milhares de pais, além de uma dúzia de consultores especializados nas áreas de desenvolvimento infantil, segurança online e mídia e tecnologia infantil de organizações de cuidados à criança nos EUA, como National PTA e Blue Star Families. Além disso, o app passou por um teste com muitas famílias do Messenger e do Facebook nos últimos meses.

Também não há anúncios no Messenger Kids e a informação sobre as crianças não é usada para anúncios, diz o Facebook.

Vídeos impróprios 

O Google divulgou recentemente que estava reforçando sua política para impedir que vídeos inapropriados chegassem ao público infantil – fato que estava se tornando frequente na plataforma. Mas as mudanças podem ter provocado efeitos colaterais como queda de canais famosos e o temor dos anunciantes.

“Nos últimos meses, notamos uma tendência crescente em torno do conteúdo no YouTube que tenta se passar por familiar, mas não é claramente. Embora alguns desses vídeos possam ser adequados, outros são completamente inaceitáveis, então estamos trabalhando para removê-los do YouTube”, disse a empresa no blog do YouTube na ocasião.

A empresa refere-se a vídeos de pegadinhas que usam personagens conhecidos das crianças, como Peppa Pig e Homem-Aranha, mas que ao longo do vídeo apresentava situações envolvendo sexo e violência, como um tipo de pegadinha ou “isca” para ganhar audiência.

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