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O mito Freddie Mercury chega às telas do cinema

O ator Rami Malek, de 38 anos, é quem interpreta o astro Freddie Mercury. (Foto: Reprodução)

Pelas poucas cenas do thrailer, parece que o longa “Bohemian Rhapsody”, de Bryan Jay Singer, não decepcionará. O drama, que conta a história da formação da banda Queen e da vida do vocalista Freddie Mercury, estreia no Brasil no dia 1º de novembro.

Interpretar uma lenda do rock que está há gerações de distância foi o que fez Rami Malek, de 38 anos, tremer as pernas. Quando Mercury morreu, o protagonista do longa tinha apenas 10 anos.

Quando me escalaram, pensei: pode ser o papel que definirá a minha carreira. Dois minutos depois, percebi: meu Deus, também pode arruinar minha carreira para sempre”, disse o ator nascido em Los Angeles, de família egípcia. Além disso, para Malek, tratou-se de seu primeiro papel como protagonista – e só chegou a ele depois de uma produção muito confusa. Sacha Baron Cohen, renomado ator britânico, era quem deveria ser Mercury nas telonas, mas ele renunciou ao papel, aparentemente por desavenças com a banda Queen.

Depois, outro britânico, Ben Whishaw, foi escalado para o papel, mas também desistiu. E então, em dezembro de 2017, a Fox disse que o diretor do longa, Bryan Singer, tinha sido demitido por ausências injustificadas. Logo depois, voltaram atrás e confirmaram Singer na direção.

Em meio a essa tempestuosa produção, há ainda o retrato de uma história realista da vida selvagem do astro Freddie Mercury, dividido entre as drogas e a homossexualidade.

O filme percorre 15 anos da banda britânica, desde a década de 70, com a união de Mercury, Brian May e Roger Taylor (Gwilym Lee e Ben Hardy no longa), até o icônico Live Aid, festival de música de 1985, seis anos antes da morte do vocalista.

Último namorado

O último namorado de Freddie foi Jim Hutton. De acordo com o site Vintage Everyday, os dois se conheceram em um clube noturno em 1984 – Mercury teria se oferecido a pagar uma bebida a Hutton, mas ele, não reconhecendo o outro como líder do Queen, recusou. Meses depois, eles voltaram a se encontrar e Hutton foi alertado por um amigo sobre a identidade de Mercury. Desta vez, ele aceitou a bebida, mas não aconteceu nada além disso.

Cerca de dezoito meses depois, eles se reencontraram e ficaram juntos. O relacionamento avançou e, dois anos depois, Hutton se mudou para a casa de Freddie Mercury, conhecida como Garden Lodge, em Londres. Segundo o Vintage Everyday, quando o cantor foi diagnosticado com aids, em 1987, ele afirmou que entenderia caso o namorado quisesse deixá-lo, mas Hutton se recusou. Eles continuaram juntos até a morte de Mercury, em 1991.

O cantor deixou 500.000 libras e um terreno de herança a Hutton. O rapaz convivia com o vírus do HIV por mais de vinte anos quando morreu, em 2010, de câncer no pulmão.

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