Home > Notícias > Brasil > Dívida pública federal avança 0,32% e chega a 3,24 trilhões de reais em abril

O presidente da Argentina se reúne com sindicatos para discutir inflação e salários

Macri admitiu que levará de dois a três anos para reduzir a taxa de inflação. (Foto: Ricardo Mazalan/AP)

O presidente da Argentina, Mauricio Macri, se comprometeu diante dos principais líderes sindicalistas a apresentar em breve um projeto de lei para alterar a escala de imposto de renda aplicado sobre o salário dos trabalhadores e contrariar o impacto da inflação, que o mandatário admitiu estar em níveis inaceitáveis.

“Na próxima semana ou na outra no mais tardar apresentaremos o projeto de ganhos”, afirmou em coletiva de imprensa Marcos Peña, secretário-geral da Presidência após a reunião de Macri com os representantes dos sindicatos na sede do governo.

Os grupos trabalhistas exigem reajustes salariais de até 40%, enquanto o governo propõe um aumento de 20% a 25%, que é o máximo calculado para a inflação deste ano. Os trabalhadores exigem que não haja um teto na negociação devido aos aumentos nas tarifas de luz, pedágios e alimentos.

Os trabalhadores buscam respostas para a inflação, a dívida de 26 bilhões de pesos (1,78 bilhão de dólares) que o Estado mantém com obras sociais e para as demissões no serviço público.

Na quarta-feira, Macri admitiu que levará de dois a três anos para reduzir a taxa de inflação, a segunda maior na América Latina depois da Venezuela. Economistas criticam o governo que não apresentou um plano integral para resolver o problema.

Peña indicou que, “com os sindicalistas, compartilhamos a preocupação sobre o tema dos preços”. (AG)

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