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O Procon Porto Alegre registra aumento nos preços da gasolina

O consumo médio pode aumentar 30% se o combustível não é limpo de impurezas como solventes e querosene. (Foto: Diego Simões/Divulgação PMPA)

O Procon Porto Alegre realizou nesta sexta-feira (27) um novo levantamento dos preços da gasolina comum em 42 postos da Capital. Os valores variam de 3,920 reais a 4,199 reais. Desde o último levantamento feito na quarta-feira (25), dois postos de gasolina reduziram os valores praticados, enquanto onze postos aumentaram os preços.

O consumidor que desejar contribuir para o levantamento, deverá contatar o Procon municipal através do Twitter ou via mensagem inbox no Facebook enviando fotos. Devem constar também o nome do posto e o endereço. Postos de gasolina que desejarem incluir seus estabelecimentos nas pesquisas devem entrar em contato com o Procon.

Reclamações

Moradores de Porto Alegre podem registrar denúncias pelo site www.proconpoa.rs.gov.br ou na sede da Rua dos Andradas, 686. São distribuídas diariamente 90 fichas de atendimento, das 9h às 17h. O Procon municipal também disponibiliza para a população uma loja no terminal 1 do Aeroporto Salgado Filho, em funcionamento das 12h às 18h. O Procon Porto Alegre é um órgão vinculado à Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico.

Nova política

Desde julho, a Petrobras executa uma nova política de reajustes da gasolina e do diesel com o objetivo de aumentar a frequência de ajustes nos preços. E os aumentos nas refinarias poderão ocorrer a qualquer momento, inclusive diariamente, como nas últimas semanas

A estatal anunciou um aumento de 1,7% nos preços da gasolina e redução de 0,5% nos preços do diesel em suas refinarias, que passou a vigorar nesta sexta-feira (27), informou a companhia em comunicado.

O reajuste faz parte da nova política de preços da petroleira estatal para os combustíveis, que prevê ajustes quase diários nas cotações.

“Nas últimas semanas observou-se um aumento dos preços no mercado mundial de petróleo e derivados decorrente da redução dos estoques globais e de questões geopolíticas envolvendo o Iraque e o acordo nuclear com o Irã. Adicionalmente, verificou-se uma depreciação do valor do real frente ao dólar”, disse a empresa em nota.

“A avaliação dos representantes do GEMP é que a política de preços definida pela Petrobras tem sido capaz de garantir a aderência dos preços praticados pela companhia às volatilidades dos mercados de derivados e ao câmbio”, completou a companhia.

As distribuidoras não estão gostando dessa política da Petrobras de aumentos diários nos combustíveis. “O revendedor não tem como passar diariamente esse preço ao consumidor, não consegue”, afirma o presidente do Sulpetro (Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis e Lubrificantes no Rio Grande do Sul), Adão Oliveira.

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