Últimas Notícias > Capa – Destaques > Duzentos quilos de maconha foram apreendidos no litoral gaúcho

O que está jogo na disputa da CNM

Após 20 anos, Paulo Ziulkoski poderá ter oposição na busca por mais um mandato na CNM. (Foto: Divulgação)

Criticado por buscar mais um mandato, após duas décadas no comando da Confederação Nacional dos Municípios, o gaúcho Paulo Ziulkoski tem evitado participar do debate público da eleição que acontece em março. O edital de inscrição das chapas – que exige um mínimo de pouco mais de 500 prefeitos – está aberto. O fato é que, embora tenha controle total da gestão da Confederação, Paulo tem dito a amigos próximos que quando assumiu pela primeira vez, “o único patrimônio da entidade era o livro de atas”. Hoje, além da sede própria, e da respeitabilidade nacional e internacional, a CNM dispõe de R$ 100 milhões em caixa. Sinal de que os 20 anos de gestão fizeram bem à CNM.

Um projeto para a CNM

Para se contrapor aos números positivos das duas décadas de gestão de Ziulkoski, a oposição precisará apresentar, além das críticas ao personalismo de Ziulkoski, o que ele próprio reconhece, uma proposta de gestão renovadora, mas viável, que sensibilize aos prefeitos de todo o País. O fato evidente é que, até agora, a maioria dos prefeitos, mesmo os que têm ressalvas pontuais, tem aprovado o modelo de gestão comandado por Paulo Ziulkoski.

Candidatos buscam a vaga de Paim no Senado?

A euforia de candidatos de todos os partidos buscando uma das vagas para a disputa das duas cadeiras ao Senado parece sinalizar que apenas uma cadeira estará em disputa. Embora as cadeiras em disputa sejam duas: da senadora Ana Amélia (PP) e do Senador Paulo Paim (PT), cujos mandatos terminam em janeiro de 2019, há um código não-escrito entre muitos partidos e candidatos, de que a busca será pela cadeira de Paim, cuja candidatura à reeleição estaria mais fragilizada.

Troca-troca de partidos em março

Vem aí o último troca-troca de partidos permitido pela legislação antes da eleição de outubro, sem perda de mandato. Será em março, quando a lei permitirá mudanças sem punições –, e o Senado começa o ano com reacomodações nas bancadas, por causa das eleições. O primeiro caso será do senador Pedro Chaves (PSC-MS), que se tornou titular depois da cassação de Delcídio Amaral. Ele deixa o PSC rumo ao PRB. Segundo ele, a nova legenda tem mais força eleitoral no interior do seu Estado, o Mato Grosso do Sul. No Rio Grande do Sul, não há notícia de mudança de partido por depurados federais e senadores.

Paraíso da Tuiuti: falta pagar a conta de 2017

A Escola Paraíso da Tuiuti tornou-se a queridinha da esquerda no carnaval do Rio este ano. Depois de uma passagem trágica pela Sapucaí em 2017, com um acidente que causou a morte da radialista Liza Carioca, e provocou outros 20 feridos, a direção da escola tem fugido à indenização das vítimas. Agora, ungida pela proteção da esquerda, terá como buscar a solidariedade da mídia amiga, quando da execução das indenizações às vítimas: bastará alegar que tudo não passa de perseguição por ter criticado os poderosos.

Governo Dilma financiou jatinho de Luciano Huck

Os amigos do apresentador Luciano Huck lembram: foi o governo de Dilma Rousseff do PT, em 2013, que financiou a compra do jatinho de Luciano Huck. Ao todo, empresários fizeram 1.036.572 operações semelhantes, de acordo com informações do BNDES.

Deixe seu comentário: