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O Rio Grande do Sul tem previsão de frio e chuva para os próximos dias

Porto Alegre deve registrar temperatura mínima de 4ºC na sexta-feira. (Foto: EBC)

O período entre esta sexta-feira e a quarta-feira da semana que vem (20 a 26 de junho) terá frio e deverá terminar com chuva forte no Rio Grande do Sul. A previsão é do mais recente Boletim Meteorológico Semanal emitido pela Sema (Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural).

Nesta sexta-feira, a presença de uma massa de ar frio e seco mantém o tempo firme, com temperaturas mínimas inferiores a 5°C e possibilidade de formação de geadas, principalmente nas regiões do Planalto e na Serra do Nordeste.

Já no fim-de-semana, o ar frio perde intensidade e os termômetros devem registrar temperaturas em elevação em todo o Estado. Para a segunda e terça-feira, a maioria dos municípios gaúchos devem ter 25°C ou mais na maioria dos municípios. Vale lembrar que este sábado marca a chegada do inverno no Hemisfério Sul do planeta (21 de junho a 23 de setembro).

O cenário muda entre terça e quarta-feira, com o deslocamento de uma frente fria. Resultado: chuva em todas as regiões do Estado, com possibilidade de temporais em áreas isolados. Os valores previstos deverão ser inferiores a 10 mm na maioria dos municípios da Metade Sul.

No restante do Estado, os totais deverão oscilar entre 20 mm e 50 mm. No Alto Vale do Uruguai, no Planalto e na Serra do Nordeste, por sua vez, os volumes poderão superar 60 mm em algumas localidades.

Deslizamentos

A Defesa Civil do Rio Grande do Sul participou de um exercício simulado para deslizamentos de terra, promovido pelo governo de Santa Catarina. O treinamento, com equipes de ambos os Estados, abrangeu todas as etapas que envolvem uma ocorrência de grande porte: acionamento, preparação, deslocamento das equipes de resgate, montagem do sistema de comando de operações, buscas e salvamento, encerramento e desmobilização.

O ponto-alto da atividade se deu quando a equipe de busca e salvamento do Corpo de Bombeiros localizou um microônibus soterrado a 1,5 metro, com vítimas em seu interior e em um local de difícil acesso, impossibilitando o uso de equipamento pesado para o trabalho de resgate. Foi então mobilizada uma força-tarefa com o apoio de “binômios” (dupla homem e cão).

Conforme o responsável pela 2ª Coordenadoria Regional da Defesa Civil gaúcha, major Ricardo Mattei Santos, o órgão foi responsável pela coordenação de toda operação, a exemplo do que ocorre em desastres de grande proporção. “Esse exercício consegue apresentar falhas no processo, que podem ser corrigidos em situações reais como a capacidade e o tempo no salvamento”, ressaltou.

Ainda segundo ele, foram necessárias cerca de seis horas para remover as vitimas que estava soterradas. “Isso implica na utilização de recursos materiais e humanos e serve como um método de avaliação da capacidade de resposta por parte dos órgãos públicos a esse tipo de incidente”, complementou o major.

(Marcello Campos)

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