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O Rio Grande do Sul terá uma semana de temperaturas amenas e risco de chuva forte

Possibilidade de chuvas em todo estado. (Foto: EBC)

O mais recente Boletim Meteorológico da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural indica que a próxima semana terá temperaturas amenas no Rio Grande do Sul, com possibilidade de chuva forte em algumas regiões do Estado.

Após uma sexta-feira em que o tempo permaneceu seco em todas as regiões, com ligeira elevação das temperaturas ao longo do dia, o deslocamento de uma área de baixa pressão entre este sábado e a segunda-feira provocará chuvas e trovoadas. Há risco de temporais, fortes rajadas de vento e eventual queda de granizo.

Para a terça e a quarta-feira, está prevista uma grande variação de nuvens, com possibilidade de chuvas fracas e isoladas, principalmente no Extremo Sul e áreas mais próximas do Litoral. Já na quinta-feira, o ingresso de ar seco deve determinar o predomínio de sol, mas com temperaturas abaixo de 10°C durante a noite e a madrugada.

Os volumes esperados deverão variar entre 25 e 50 milímetros nas regiões gaúchas da Fronteira Oeste, Região Metropolitana, Serra do Nordeste e Litoral Norte. Nas demais áreas do Estado, a previsão é de que os índices oscilem entre 60 e 80 milímetros, podendo alcançar 90 milímetros em alguns municípios.

Safra

A expectativa de produção da safra de verão 2018-2019 indica a segunda maior colheita do Rio Grande do Sul, com produção de cerca de 32 milhões de toneladas, com valor bruto superior a R$ 31 bilhões. Os dados são da Emater (Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural), conveniada da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural.

Houve aumento na expectativa de produção na maioria das culturas, com destaque para o milho, que tem previsão de aumento de 22,3% na produção. O destaque fica por conta do milho, com elevação estimada em 7,43% na área plantada e expectativa de produção de 5,52 milhões de toneladas (22,3% a mais que na safra passada). Em produtividade, o crescimento previsto é de 13,87%, que se refere a uma média de 7,3 mil quilos por hectare.

(Marcello Campos)

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