Segunda-feira, 16 de Dezembro de 2019

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Notícias Conheça os perigos do colesterol alto em crianças

O problema, que pode atingir até crianças de colo, contribui para o aparecimento de doenças cardiovasculares na idade adulta. (Foto: istock)

O colesterol alto é cada vez mais comum em crianças, e o problema contribui para o aparecimento de doenças cardiovasculares na idade adulta. O excesso de colesterol causa o acúmulo de placas de gordura nas artérias, bloqueando o fluxo sanguíneo para o coração e outros órgãos. Mas, é possível prevenir e controlar o problema ajudando a criança a mudar alguns hábitos.

Alimentação balanceada

Ofereça à criança uma dieta rica em frutas, legumes e alimentos integrais; inclua no cardápio uma variedade de proteínas, incluindo carnes magras. Sirva leite desnatado e lanches com baixo teor de gordura; limite o consumo de alimentos e bebidas industrializados, principalmente os que têm muito açúcar e calorias.

Exercícios físicos

Incentive a criança a praticar regularmente exercícios físicos aeróbicos, como natação, caminhada e dança. Eles ajudam a aumentar os níveis de HDL, também chamados de “colesterol bom”. Assim como a alimentação saudável, os exercícios físicos ajudam a prevenir o sobrepeso e a obesidade, fatores de risco importante para o colesterol alto na infância.

Lembre-se que essas mudanças de estilo de vida podem beneficiar toda a família e será muito mais fácil a criança aderir a elas se tiver o exemplo e o envolvimento das pessoas ao seu redor.

Fatores de risco para o colesterol alto em crianças

Ser sedentário e ter uma alimentação pouco saudável não são os únicos fatores que aumentam os riscos do colesterol alto na infância. Eles também incluem:

Histórico familiar

Crianças que têm colesterol alto geralmente têm parentes próximos com o mesmo problema. Também é preciso maior atenção se há casos de pessoas na família que tiveram doenças cardiovasculares.

Algumas condições médicas – tais como diabetes, doença renal, artrite idiopática juvenil, obesidade e pressão alta. Pergunte ao pediatra sobre a necessidade de monitorar o colesterol da criança. Se ela tiver o problema, o profissional pode recomendar aconselhamento nutricional e um programa de exercícios individualizado. Se o colesterol alto persistir apesar da mudança de hábitos, o médico pode indicar que o tratamento seja feito com medicamentos.

Exames preventivos

Os exames feitos são a dosagem de triglicérides e do colesterol total e suas frações (LDL, HDL, VLDL e colesterol não-HDL). “Devem fazer os exames as crianças que tem histórico familiar positivo para hipercolesterolemia, pacientes com pelo menos dois fatores de risco (obesidade, sedentarismo, diabetes, hipertensão), e crianças adotadas que desconhecem seu histórico familiar”, explicou o pediatra Carlo Crivellaro.

Também é recomendado fazer a análise laboratorial de crianças que sofrem de doenças crônicas (hipotiroidismo, síndrome nefrótica, imunodeficiências, etc) e que façam uso de determinados medicamentos, que podem causar aumento do colesterol.

 

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