Home > Notícias > Brasil > Em troca da volta da contribuição assistencial, centrais sindicais oferecem ao governo oposição menor às reformas da Previdência e trabalhista

Para ver o termômetro

Nem de longe passa pela cabeça dos corruptos a influência que seus atos têm. Por isso, alguma instituição privada deveria financiar pesquisa em áreas da periferia de Porto Alegre para avaliar como repercutem os escandalosos desvios de dinheiro público. Os resultados ajudarão a entender muito da desordem em que a sociedade civil mergulhou.

FIM DA TRAMOIA

Ganhará balde de gelo um movimento vergonhoso de senadores e deputados federais. Querem minimizar e até mesmo anistiar a prática do caixa 2 em campanhas.
O Supremo Tribunal Federal, em boa hora, tomou decisão sem precedentes: acolheu denúncia contra o senador Valdir Raupp por ter recebido 500 mil reais, oficialmente, de uma construtora em troca de favores. É um golpe e tanto contra os que queriam assumir um delito considerado menor e escapar das punições da operação Lava Jato.
No depoimento do ex-diretor Cláudio Mello, da Odebrecht, à Polícia Federal, fica claro como funcionava a busca por apoio legislativo da empresa às suas reivindicações em troca de contribuições em períodos eleitorais.
Os pedidos iam de reduções na tributação da nafta petroquímica, passando por sugestões de mudanças em editais de concessão de aeroportos e chegando às regras de impostos sobre lucros aferidos no exterior.

VAI MUDAR

Os funcionários da Prefeitura de Porto Alegre, em seus movimentos reivindicatórios, negociaram de 2010 a 2016 com José Fortunati, de reconhecida experiência como líder sindical. Agora, vão se defrontar com Nelson Marchezan Júnior, cujo perfil é completamente diferente.

MEMÓRIA CURTA

Depois das recentes críticas sobre a forma de escolha do novo ministro do Supremo Tribunal Federal, caiu uma nuvem de silêncio. O momento para debater e reavaliar seria agora.

DIFERENÇA

Em março de 2001, o governador de São Paulo, Mário Covas, disse em uma entrevista que “no Brasil, quem tem ética parece anormal”. Dadas as circunstâncias da época, teve pouco efeito. Hoje, a frase faz muito sentido.

PONTO DE EQUILÍBRIO

O vice-governador de São Paulo era Geraldo Alckmin, a quem Mário Covas recomendava: “O segredo para manter a tranquilidade é ter sempre 10 bilhões de reais no caixa.” Hoje, Alckmin tem 1 bilhão.

FAMÍLIA UNIDA

O deputado estadual Juvir Costella lança hoje em Esteio o Gabinete Móvel Integrado, juntamente com seu filho, vereador Felipe, que é presidente da Câmara do Município.

QUEBROU OS PRATOS

A 11 de março de 1977, o Brasil rompeu o acordo de assistência militar assinado com os Estados Unidos em 1952. A medida, adotada por decreto do presidente Ernesto Geisel, foi considerada uma atitude de represália à divulgação do relatório encaminhado pela Casa Branca ao Congresso norte-americano sobre a situação dos direitos humanos no Brasil.

VISOR

* A única certeza no balanço do ano que será feito em dezembro: o lucro recorde dos bancos.

* Entidades empresariais gaúchas avaliam a possibilidade de lançar campanha contra a tendência da fracassomania.

* Festival do Dinheiro Jogado pela Janela: Agência admite que consumidores pagaram 1 bilhão e 800 milhões de reais a mais em 2016.

* Lista é a palavra mais temida nos círculos do poder.

* Sai governo, entra governo e a tradicional ala adesista mantém-se fiel à receita: une a fome com a vontade de comer.

Comentários

Notícias Relacionadas: