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Preferência pelo modelo único

Delfim Netto, ministro da confiança irrestrita do regime militar, sempre reconheceu os acertos do Plano Real. (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)

A internet permite acompanhar programas de propaganda eleitoral de vários Estados. Parece que foram elaborados no mesmo laboratório, tal a semelhança. Vendedores de ilusões se disseminam sem enrubescer. Ignoram os problemas cada vez maiores, expressos na realidade econômica, social, política e institucional corroída.

Falta de quase tudo

A campanha seria a oportunidade de analisar a crise que atinge a União e grande maioria dos Estados. Ao mesmo tempo, deveria apontar soluções. Não é o que acontece. Inexiste coragem para abandonar os vícios do passado, marcados por soluções irresponsáveis e mirabolantes.

Repercussão mundial

Correspondentes internacionais de rádios, jornais e TVs têm recebido pedidos de alerta especiais. Querem divulgar, instantaneamente, a possível gravação de Lula, na cadeia, fazendo a propaganda de Fernando Haddad.

Já se acostumaram

Este colunista imaginava que o dia de ontem seria de manifestações sobre o déficit de 7,4 bilhões de reais no orçamento do Estado para 2019, que chegou à Assembleia Legislativa.
O rombo poderá ainda ser maior, na hipótese de frustração da safra agrícola por razões climáticas, o que ninguém deseja.

Constrangedor

É de se estranhar o silêncio da classe empresarial, que investe e corre riscos. Num Estado que há décadas gasta mais do que arrecada, o quadro falimentar era previsível. Os responsáveis pela condução das finanças públicas demonstram esgotamento. Se o setor privado não se unir ao esforço de recuperação, chegaremos à conclusão: o fundo do poço tem ainda subsolo.

Reconhecimento de um adversário

A avaliação foi feita há alguns anos por Delfim Netto, tido e havido como o príncipe dos ministros durante o regime militar:
“O Plano Real foi concebido com sofisticação e executado com maestria. Nossos economistas conseguiram mimetizar uma hiperinflação sem que a sociedade tivesse de sofrê-la.”

Não se entendem

Em quatro campanhas à Presidência da República, desde 2002, o PSDB ignorou os resultados do processo que libertou os brasileiros da terrível maquininha de remarcar preços nos supermercados.

São assim

A rivalidade interna, componente que está no DNA do PSDB, impede que o êxito do governo Fernando Henrique Cardoso seja relembrado.

Oito anos depois

Até o dia 28 deste mês, autoridades federais vão anunciar a liberação para funcionamento dos free shops em cidades da fronteira. Cinco empresas de Uruguaiana estão com prédios prontos, já tendo encaminhado pedido de alvará da Prefeitura e licença da Receita Federal.
O projeto começou a ser elaborado na Assembleia Legislativa em 2010, sob liderança do deputado Frederico Antunes.

Sem fôlego

Fernando Collor, agora no PTC, desistiu de concorrer ao governo de Alagoas. Sua coligação tinha participação de PSDB, PP, DEM e PSB. Descontentes, os candidatos à Assembleia e Câmara dos Deputados, no material de propaganda, omitiram apoio a ele. Foi a gota d’água.

Recuo no tempo

A 16 de setembro de 1988, o Instituto Datafolha divulgou a primeira pesquisa para sucessão presidencial. Leonel Brizola e Sílvio Santos lideravam com 17% cento cada um; Mário Covas tinha 16; Lula e Jânio Quadros, 8 e Ulysses Guimarães, 7.
Fernando Collor, que era governador de Alagoas, não tinha se lançado. No 1º turno da eleição, ocorrida a 15 de novembro de 1989, Collor venceu com 30,7%. Lula ficou com 17,1.

Nova regra

Na era das quotas, surgirá mais uma: a de pedestres na Rua dos Andradas, entre General Câmara e Marechal Floriano. Só poderão passar os que tiverem senha de acesso. A ocupação do Calçadão por camelôs tem prioridade.

Livre escolha

Faltam três semanas para os eleitores escolherem entre mentirinhas confortáveis e verdades inconvenientes.

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