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Projeto quer declarar o Mercado Público como patrimônio histórico e cultural do Estado

Projeto de Lei foi entregue nesta quarta-feira (11) pelo deputado estadual Gilmar Sossella (PDT) ao presidente da Assembleia Legislativa, deputado Marlon Santos.(Foto: Wilson Cardoso)

Declarar o Mercado Público Central de Porto Alegre como integrante do patrimônio histórico e cultural do Estado do Rio Grande do Sul. Este é o objetivo do Projeto de Lei entregue nesta quarta-feira (11) pelo deputado estadual Gilmar Sossella (PDT) ao presidente da Assembleia Legislativa, deputado Marlon Santos.

O ato contou com a presença do membro da Associação do Comércio do Mercado Público Central (Ascomepc), Ivan Konig Vieira. A solicitação também foi protocolada junto ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado (Iphae).

Inaugurado em 1869 e um dos principais cartões postais da capital gaúcha, o Mercado Público é considerado de valor histórico e cultural e de expressiva tradição para Porto Alegre por meio da Lei nº 4317, de 16 de setembro de 1977, mas não possui um reconhecimento estadual. Ao longo de seus quase 150 anos de história, enfrentou momentos complicados, como a enchente de 41, e os incêndios de 1912, 1972, 1979 e 2013.

“Mesmo enfrentando situações difíceis, o lugar sempre se manteve como referência, não apenas na questão turística, mas também ao oferecer bons produtos, procurando praticar uma boa política de preços, e servindo como um espaço para manifestações culturais e comunitárias”, destacou Sossella.

De acordo com o líder da Bancada do PDT, a Assembleia Legislativa tem o dever de zelar pela história do Mercado Público, que faz parte da vida dos gaúchos, opinião compartilhada pelo presidente do Parlamento, Marlon Santos.

“O Mercado Público é mais que um lugar de comércio, é símbolo de democracia, pluralidade, diversidade, tradições, tolerância e religiosidade. É um bem cultural material que carrega nossa história, merecedor por parte do Poder Público de medidas no sentido de defendê-lo, restaurá-lo e preservá-lo”, completou Sossella.

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