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Um queniano quebrou o recorde mundial e venceu a Maratona de Berlim

Eliud Kipchoge, campeão no Rio-2016, já havia conquistado a prova em 2015 e 2017. (Foto: Reprodução)

O recorde mundial da maratona masculina foi dinamitado pelas pernas do queniano Eliud Kipchoge. O campeão olímpico dos Jogos do Rio, há dois anos, conquistou neste domingo a Maratona de Berlim, uma das mais tradicionais do planeta, com o tempo de 2:01:39.

A marca é impressionante. Ele quebrou o recorde em mais de um minuto. O tempo anterior era de Dennis Kimetto, também do Quênia, também na Maratona de Berlim (em 2014): 2:02:57. A segunda colocação neste domingo (16) ficou com Amos Kipruto; o terceiro lugar foi de Wilson Kipsang. Eles também são do Quênia.

Na prova feminina, a vencedora foi a também queniana Gladys Cherono, com 2:18:10, novo recorde da Maratona de Berlim. Ela foi seguida por Ruti Aga e Tirunesh Dibaba, ambas da Etiópia.

Kipchoge já havia vencido a prova no ano passado e em 2015. A nova conquista referenda o desempenho excepcional do corredor africano, que passou quase toda a prova pelo menos 20 segundos abaixo do recorde mundial. Este ano, ele já havia conquistado a Maratona de Londres. Milhares de pessoas participaram da prova em dia de sol na capital alemã. Os corredores largaram em três blocos, com o primeiro destinado aos atletas de elite.

“Não tenho palavras para descrever o que sinto”, disse o atleta. “Foi muito difícil, mas eu estava preparado para fazer a minha própria corrida”, afirmou Kipchoge sobre o fato de ter feito praticamente uma prova contra o relógio, uma vez que ele abriu vantagem na liderança antes da metade da prova e, já a partir do 25º quilômetro, não pode contar nem com a ajuda dos “coelhos”, os atletas designados pela organização para puxar o ritmo dos competidores.

O maior maratonista de todos os tempos

Kipchoge, de 33 anos, é considerado o maior maratonista de todos os tempos e perseguia há tempos a melhor marca do mundo. No ano passado, ele correu a distância em 2h00min25s em um desafio promovido pela Nike no autódromo de Monza, na Itália, que não foi considerado recorde por não atender aos critérios da Associação Internacional das Federações de Atletismo (Iaaf, na sigla em inglês).

O atleta queniano venceu 10 das 11 maratonas que já disputou na carreira, incluindo as últimas nove provas. A sequência vitoriosa inclui a medalha de ouro na Olimpíada do Rio, em 2016, e triunfos em algumas das mais importantes provas do mundo, como a Maratona de Londres (três vezes), a de Chicago (uma vez) e a própria competição em Berlim (ele já havia ganhado em outras duas ocasiões).

Brasileira no pódio das cadeirantes

Representante do Brasil na Rio 2016, Aline Rocha colocou o País no pódio entre as cadeirantes. Completando a prova em 1h46min13s, a atleta paralímpica foi a quarta colocada.

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