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Reforma da Previdência coloca Padilha como grande maestro

Reforma da Previdência é o grande desafio do governo Temer. (Foto: José Cruz/Agência Brasil)

Normalmente exigido na difícil tarefa de articular a unidade da base do governo, o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, terá agora um desafio definitivo para o governo do presidente Michel Temer: harmonizar o governo com a desidratada bancada que apóia o governo no Congresso, diante da saída gradativa dos tucanos, da base de apoio.

Recompor a base, eis o desafio

Não é um desafio que se coloque fora do alcance de Eliseu Padilha, especialista na articulação, especialmente se o presidente Temer lhe entregar todas as ferramentas necessárias para a recomposição da base, a partir da incerteza cada vez maior do apoio do PSDB, de forma a permitir que o governo tenha no mínimo, 308 votos garantidos para aprovar reformas decisivas, como é o caso da reforma da Previdência. O que conta pontos a favor do chefe da Casa Civil, é o respeito dos Senadores e deputados, ao seu histórico de cumprir acordos.

Reforma da Previdência: vilão de hoje, herói amanhã

A reforma da Previdência é uma medida que assusta aos políticos, porque embora a maioria reconheça que, em médio e longo prazo, os resultados serão visíveis no caixa do Tesouro Nacional e na economia do País, o temor é daqueles que pensam apenas na eleição de 2018. Porque, a curto prazo, a medida é antipática.

Perondi apresenta dados da reforma

Vice-líder do governo, o deputado Darcísio Perondi (PMDB) afirma, com base no texto da proposta da reforma da Previdência, que “75% dos trabalhadores mais pobres não vão ser afetados pela reforma, apenas 25% dos trabalhadores mais ricos”. Segundo Perondi, “apenas daqui 20 anos as regras definitivas estarão vigentes. Até lá teremos uma suave transição”, disse.

Até o bispo, na mobilização pelo TST

O novo ministro do Tribunal Superior do Trabalho, na vaga decorrente da aposentadoria do ministro Barros Levenhagen, é o desembargador Breno Medeiros, da 18ª Região (GO) que integrou a lista tríplice, da qual participou o gaúcho Francisco Rossal Araújo, do TRT da 4ª Região. Na busca por apoios pelo cargo não escapou nem mesmo o arcebispo Emérito de Porto Alegre, Dom Dadeus Grings.
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Colunas abaladas….

Pelo seu ineditismo, uma decisão gravíssima, recém tomada pelo Grande Oriente do Brasil fez tremer as colunas da Maçonaria Unida gaúcha, integrada ainda pelo Grande Oriente do Rio Grande do Sul, e pela Grande Loja Maçônica do RS. Trata-se da surpreendente decisão de suspensão preventiva dos direitos maçônicos do Grão Mestre Estadual do Grande Oriente do Brasil no Rio Grande do Sul, que teria praticado ato em tese, indecoroso, previsto no Art. 216 do Código Penal – Decreto Lei 2848/40. A decisão está contida na ata assinada em 9 de novembro último pelo Grão Mestre Geral no poder central , Ricardo Maciel Monteiro de Carvalho, em exercício no gabinete do Palácio Maçônico Jair Assis Ribeiro, em Brasília. O caso teria ocorrido na cidade de Rio Grande, tendo como vítima, a genitora de um Mestre Maçom, e onde concretamente, existe Boletim de Ocorrência Policial 13967/2017 que deu início à investigação dos fatos.

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