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Revisão da meta fiscal divide ministérios do governo Temer

Equipe de Henrique Meirelles ainda tenta encontrar meios de elevar a arrecadação.(Foto: Divulgação)

A equipe do Ministério da Fazenda – e não apenas Henrique Meirelles – defende que a meta fiscal deste ano só deve ser revista quando se esgotarem todos os esforços e possibilidades de cumpri-la. No Ministério do Planejamento a visão é outra: revisar logo a meta.

Meirelles comentou nesta segunda-feira que somente quando a Receita Federal tiver condições de fazer uma avaliação segura sobre a arrecadação deste ano será possível ter uma definição sobre a necessidade de rever a meta e quanto seria essa revisão.

São tantas as incertezas sobre a arrecadação que hoje é impossível projetar o resultado do final do ano.

Meirelles ainda tem esperança de recuperar o texto original da medida provisória do novo Refis, o programa de parcelamento dos débitos com a Receita Federal.

As alterações feitas pelo relator, deputado Newton Cardoso Junior (PMDB-MG), e aprovadas na comissão mista, ampliou prazo e reduziu multas e juros que praticamente zera a expectativa de arrecadação, antes prevista em R$ 13 bilhões.

A ideia é que algum parlamentar apresente emenda aglutinativa, mudando o texto do relator. Mas para isso é preciso acordo com as lideranças e com o próprio relator. (AG)

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