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Safra de grãos de 2019 deverá ser recorde, com 231,5 milhões de toneladas, segundo IBGE

Segundo o gerente da pesquisa, Carlos Antônio Barradas, o aumento de produção deve-se ao crescimento de vários produtos como o milho, a soja e os cereais de inverno: trigo, aveia e cevada.(Foto: Alf Ribeiro/Folhapress)

A safra nacional de grãos deve chegar a 231,5 milhões de toneladas em 2019, de acordo com a estimativa de abril do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), divulgado pelo IBGE. Esse resultado representa um aumento de produção de 0,6% em relação a previsão anterior e de 2,2% na comparação com a safra de 2018.

Já a área a ser colhida foi estimada em 62,3 milhões de hectares, 2,2% maior que a do ano passado (mais 1,4 milhão de hectares) e 0,1% menor do que a divulgada em março (menos 48,9 mil hectares).

Segundo o gerente da pesquisa, Carlos Antônio Barradas, o aumento de produção mostrado na quarta estimativa em relação a anterior, deve-se ao crescimento de vários produtos como o milho (alta de 0,6%, totalizando 91,6 milhões de toneladas), a soja (alta de 0,1%, totalizando 112,6 milhões de toneladas) e os cereais de inverno: trigo (alta de 7,1%, totalizando 5,5 milhões de toneladas), aveia (alta de 4,2%, totalizando 795,5 mil toneladas) e cevada (alta de 14,9%, totalizando 357,4 mil toneladas).

Barradas comenta que o clima continua bom o que favoreceu, por exemplo, a segunda safra do milho com um crescimento importante da produção. “O otimismo em relação ao clima também contribuiu para essa estimativa de aumento de produção dos cereais de inverno. Como em algumas regiões produtoras de trigo houve a colheita antecipada da soja, pode ser que aumente a janela de plantio desses cereais”, completa.

A produção de algodão herbáceo também foi destaque, com alta de 1,8% em relação a estimativa de março, totalizando 6,4 milhões de toneladas, recorde da série histórica do IBGE. “A produção de algodão teve um crescimento muito forte em função dos preços e do aumento de área e dos bons lucros do ano anterior. O produtor ganhou dinheiro, os preços se mantiveram, então eles aumentaram a área de plantio”, explica Barradas.

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