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Saiba como aproveitar o horário de verão para economizar energia elétrica

Uma das dicas para melhor adaptação do corpo ao novo horário é a prática de atividades físicas durante o dia. (Foto: Reprodução)

O horário de verão, utilizado para aproveitar os dias mais longos no verão que permite antecipar as rotinas das pessoas e das empresas, deve economizar 4,5% no consumo simultâneo de energia elétrica no Paraná. A alteração vale até o dia 18 de fevereiro de 2018. A maior redução deve ser percebida das 18h às 21h.

A redução de consumo na energia é considerada pequena, estimada em 0,5%, equivalente apenas à redução na utilização de lâmpadas no início da noite -, a diluição do pico de consumo no fim da tarde contribui para evitar que as tarifas fiquem mais caras, já que previnem sobrecargas no sistema elétrico e o consequente acionamento de usinas térmicas.

De acordo com o gerente da Copel, é possível reduzir mais os gastos com a energia elétrica.  “Para tanto, é preciso adotar novos hábitos, como aproveitar melhor a iluminação natural e, principalmente, utilizar o aparelho de ar condicionado de maneira eficiente”, afirma o gerente de Operação do Sistema da Copel, Nelson Antônio Cuquel.

Entre os cuidados a serem tomados, estão a limpeza regular dos filtros, a manutenção das portas fechadas no ambiente e o controle das horas de uso.
Segundo o gerente, medidas simples como estas são importantes não só para evitar surpresas na conta de luz, mas também contribuem para a demanda do sistema entre as 14 e as 17 horas, período sobre o qual o horário de verão não tem efeito.

Adaptação do corpo

Adorado por uns, odiado por outros, o horário de verão chegou à parte do Brasil no fim de semana. Tão importante quanto adiantar o relógio em uma hora é ajustar o corpo à mudança que será fazer tudo 60 minutos mais cedo. Apesar de ser pouco tempo, algumas pessoas sentem desconfortos como dores de cabeça, cansaço, fraqueza, dificuldades para dormir, e até mesmo queda da imunidade. Todos esses fatores podem afetar diretamente no humor da pessoa.

A adaptação ao novo horário pode levar até uma semana. Segundo a neurologista especialista em sono, Rosa Hasan, as crianças, os idosos e as pessoas que possuem mais dificuldade para dormir são as que mais sofrem:

Com o dia mais longo, você provavelmente vai deitar mais tarde. Essa uma hora a menos de sono, roubada pela não adaptação à mudança, prejudica o dia da pessoa.

Não conseguir regular o sono aos novos horários pode influenciar também na balança. Quem não dorme as oito horas tende a comer mais.

“Não dormir o mínimo necessário pode provocar um aumento na liberação dos hormônios que dão fome e fazem a pessoa engordar”, alerta Walmir Coutinho, da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia.

Se entrar no novo ritmo é difícil, sair dele, no dia 17 de fevereiro de 2018, será menos penoso.

“É muito mais fácil fazer tudo uma hora mais tarde, do que se adiantar. É normal que as pessoas consigam dormir uma hora mais tarde”, afirma Rosa Hasan.

Dicas

1) Mantenha a rotina de atividades, como comer e dormir, de acordo com o novo horário do relógio, pois ela ajudará o organismo a se adaptar ao horário biológico;

2) não fique exposto à luz solar durante o final da tarde. Se for preciso, feche as cortinas;

3) coma alimentos leves e de fácil digestão, como frutas e verduras da estação;

4) diminua a intensidade das atividades quando estiver perto da hora de dormir;

5) evite café, chá preto, mate, guaraná e refrigerantes à base de cola no fim do dia, pois essas bebidas deixam o organismo em atividade e prejudicam o sono;

6) tente dormir oito horas por dia, em um lugar silencioso e com pouca luz;

7) aumente a ingestão de líquidos, pois com a elevação da temperatura, seu corpo tende a transpirar mais;

8) pratique atividades físicas durante o dia.