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Saiba como eram os vestidos de noiva de rainhas e princesas e o que eles podem revelar sobre o de Meghan Markle

A referência eterna é Grace Kelly, que usou um vestido com um acabamento no pescoço e mangas compridas quando se casou com o príncipe Rainier III, de Mônaco, em 1956. (Foto: Reprodução)

Quando Meghan Markle descer de sua carruagem em frente à Capela de São Jorge, no Castelo de Windsor, neste sábado (19), todos os olhos estarão voltados para ela. Um dos maiores mistérios é como será seu vestido de noiva.

Meghan se casará com o príncipe Harry, sexto na linha de sucessão ao trono britânico e filho mais novo da princesa Diana e do príncipe Charles. A cerimônia será no Castelo de Windsor, cidade vizinha a Londres, e o irmão de Harry, William, será o padrinho.

No casamento, Meghan deve usar uma tiara-joia da família real. A princesa Diana deixou suas joias para os filhos e a duquesa de Cambridge, mulher de William, já usou em eventos oficiais da família real muitas das peças de Diana, bem como outras que pertencem à rainha.

Mas ninguém sabe como será o vestido de Meghan. Provavelmente, seguirá algumas normas de estilo de quase todos os vestidos reais anteriores.

O que esses vestidos do passado podem nos ensinar?

Até pouco mais de 200 anos atrás atrás, os vestidos de noiva tinham cores vivas. A Rainha Maria I da Inglaterra se casou usando roxo em 1554, algo reservado exclusivamente para a realeza.

Em 1816, a princesa Carlota de Gales vestiu fios de prata reais e bordado prateado. Em 1840, a rainha Vitória escolheu um vestido de seda branco rendado. A partir dessa ocasião, os vestidos de noiva de cor branco se popularizaram. A Rainha-Mãe rompeu com os moldes usando um vestido mais solto.

Apesar de todas essas mudanças, há algum padrão: os vestidos são quase sempre compridos e nunca mostram os joelhos. Desde os anos 1950, as saias foram ganhando volume. E, embora a princesa Vitória da Suécia tenha usado um vestido que não cobria seus ombros, as mangas seguem sendo a norma na maioria dos vestidos reais.

Os vestidos também costumam ter caudas, que dão certa grandeza à peça, e o véu segue sendo essencial. A referência eterna é Grace Kelly, que usou um vestido com um acabamento no pescoço e mangas compridas quando se casou com o príncipe Rainier III, de Mônaco, em 1956.

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