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Saiba quais as diferenças entre o casamento de William e Kate e o de Harry e Meghan

Harry e Meghan irão casar no Castelo de Windsor, residência real com mais de 900 anos a oeste de Londres. (Foto: Reprodução)

Sete anos depois, chegou a hora do irmão mais novo se casar: no dia 19 de maio acontece o casamento entre o príncipe Harry e Meghan Markle em Londres. A expectativa é grande: será que eles se inspiraram no irmão de Harry, o príncipe William, que se casou com Kate Middleton em 2011, ou os noivos decidiram por um estilo próprio? Apesar das regras exigidas em casamentos da família real britânica, Harry e Meghan conseguiram algumas brechas. Veja as principais diferenças entre os dois casamentos.

Não vai ser feriado

Casamentos reais costumam acontecer em dias de semana – que ganham status de feriado bancário, para alegria da população. Foi assim com o casamento da rainha Elizabeth II, em uma quinta, do príncipe Charles com Diana, em uma quarta, e de William e Kate, em uma sexta-feira. Desta vez, os britânicos não terão a sorte de um dia extra de folga: o casamento de Harry será em um sábado.

Local um pouquinho menor

Kate e William se casaram na Abadia de Westminster, em Londres, enquanto Harry e Meghan farão a cerimônia na Capela St. George no Castelo de Windsor. A escolha do local gera outra diferença entre os casamentos: o número de convidados – devido à grande diferença de espaço entre as igrejas.

Número de convidados

No casamento de William e Kate, 1,9 mil pessoas foram convidadas para a cerimônia religiosa na Abadia de Westminster. As festas foram mais privadas – apenas 650 participaram da recepção no Palácio de Buckingham e 300 do jantar.

Harry e Meghan serão ainda mais restritos, com 600 convidados para a cerimônia religiosa e um almoço no St George’s Hall, que será concedido pela rainha. Mais tarde, 200 convidados participarão de um jantar na Casa Frogmore, oferecido pelo príncipe Charles.

Apesar da maior restrição, 2.640 pessoas foram convidadas para os jardins do Palácio de Windsor, onde poderão ver a chegada do casal à capela para a cerimônia e a passagem dos dois de carruagem já casados. Os sortudos são:

1,2 mil “membros do público”, de diversas idades e cidades do Reino Unido;
200 membros de organizações beneficentes;
610 pessoas da comunidade local de Windsor;
100 alunos de escolas dos arredores;
530 funcionários da Casa Real.

Estas pessoas foram incentivadas pelo Palácio de Kensington, que representa os noivos, a levar seu próprio lanche – já que serão servidas apenas bebidas e comidas leves nos jardins do palácio.

Celebrante

Casamentos reais são celebrados pelo Arcebispo de Canterbury, líder espiritual da Igreja Anglicana. Na época de William e Kate, o arcebispo era Rowan Williams. Ele se aposentou um ano depois, sendo substituído por Justin Welby – que vai celebrar o casamento de Harry e Meghan.

Política no casamento?

Por ser o segundo na linha de sucessão da coroa britânica, o casamento de William foi considerado uma cerimônia de Estado – e por isso líderes políticos foram chamados. Além de todos os embaixadores no Reino Unido, foram convidados o premiê à época, David Cameron, a primeira-ministra da Austrália na época, Julia Gillard, o então premiê da Nova Zelândia, John Key, entre outros.

No caso de Harry, nenhum político foi convidado – nem do Reino Unido, nem de fora do país. Segundo o Palácio de Kensington, “não foi considerada necessária uma lista oficial de líderes políticos”. A decisão foi tomada em conjunto com a rainha. Nem mesmo a premiê atual, Theresa May, foi convidada.

 

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