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Sem novas manchas de óleo, Parque Nacional dos Abrolhos é reaberto para visitação

Segundo administração do parque nacional, os vestígios encontrados "não produziram impacto negativo" na fauna e na flora. (Foto: ICMBio/Divulgação)

O Parque Nacional Marinho dos Abrolhos, no sul da Bahia, foi reaberto nesta sexta-feira (08), depois de não ter sido encontrado mais óleo na área de preservação ecológica. A previsão inicial era que a suspensão da visitação seguisse até a próxima quinta-feira (14). O parque foi fechado no dia 3.

A informação sobre a reabertura da unidade de preservação foi divulgada nesta sexta pelo ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade), do Ministério do Meio Ambiente.

O chefe do parque, Fernando Repinaldo Filho, afirmou, em comunicado, não ter sido encontrado fragmento de óleo em Abrolhos e que os vestígios do material identificados no dia 2 “não produziram impacto negativo direto” na fauna e na flora da área.

As primeiras manchas de óleo no Nordeste do País foram identificadas em setembro. O número de localidades atingidas chegou a 409, segundo balanço divulgado nesta quinta-feira (07) pelo Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis).

Na última terça-feira (05), o ICMBio informou que a visitação seria estendida até o dia 14 de novembro por causa de fenômeno chamado de maré de sizígia, “que provoca uma amplitude na variação do nível do mar e mais força na circulação de correntes marinhas”. Isso, segundo o instituto, poderia contribuir para o aparecimento de mais manchas.

O ICMBio, no comunicado sobre ampliação do tempo de fechamento, informou que o parque passa todos os dias por monitoramento, que envolve navios da Marinha, drone, mergulhadores autônomos, embarcações de pescadores voluntários, pesquisadores e ONGs (organizações não governamentais (ONGs).