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Sem publicações de nu no Brasil, as modelos brasileiras estão migrando para outros países e deixando as gringas enciumadas

Na Europa, as capas e recheios estampam rostos e corpos cheios de curvas das brasileiras. (Foto: Reprodução)

É como um exílio das peladonas. Sem publicações de nu no Brasil, as modelos brasileiras estão migrando para outros países e deixando as gringas enciumadas. Na Europa, as capas e recheios estampam rostos e corpos cheios de curvas das brasileiras. E as negociações tendem a avançar em 2019.

Renata Frisson, a Mulher Melão, capa de cinco revistas de nu masculino no Brasil, está em conversas bem adiantadas com a “Playboy” portuguesa. “Eu adoro posar nua. Por mim, faria fotos no mundo inteiro”, diz ela, que foi uma das órfãs de revistas no País: “Foi muito triste esta extinção. Hoje tem os sites para substituir, mas nada chega aos pés das revistas, nem o que pagam”.

Em Portugal, agora em dezembro, quem surge na edição especial de Natal é a modelo e empresária Viviane Bordin. “Acho que a publicação do nu impresso se rendeu à era digital. Acho que ter a possibilidade de acessar os ensaios em qualquer hora ou lugar do seu celular ou tablet é um conforto para o assinante”, observa ela, que possui um site em que publica ensaios nus de modelos e vai estrear na Europa ano que vem.

Ex-repórter da “Playboy” no Brasil, Lilian Patricia Leite é praticamente uma recordista de capas lá fora. Só em 2018 foi da Itália, Croácia e Espanha e recheio do México e Eslováquia. Se está ganhando bem? Ela diz: “Depende da negociação, de quem é você, o que já fez. Óbvio que não é muita coisa, mas é ótimo para nossa divulgação”, avalia.

Lilian diz que o mercado para as brasileiras está em franca expansão. O que tem deixado as concorrentes em pé de guerra: “Não estão satisfeitas, mas é melhor aceitar que dói menos”.

Viviane é mais polida ao falar da corrida de brasileiras frente às “rivais”: “A concorrência no universo feminino, da beleza, existe no mundo todo, e com o nu não é diferente. Existem mulheres lindas de todas as nacionalidades e, é claro, a disputa fica acirrada à medida que ficamos mais exigentes com o resultado dos ensaios. Hoje, temos muitos recursos, produção, make e, com isso, a necessidade de ter um ensaio cada vez mais impactante e perfeito só aumenta. E isso reflete na concorrência”.