Últimas Notícias > Notícias > Porto Alegre e Região Metropolitana voltaram a enfrentar transtornos por causa de temporal

Senador Luis Carlos Heinze busca em Brasília,alternativas para a crise do setor orizicola.

Senador Luis Carlos Heinze tem reunião nesta segunda-feira em Brasília. Foto Divulgação

O senador gaúcho Luis Carlos Heinze (PP) inicia a semana em Brasília cuidando da pauta da crise do setor orizícola. Na busca de um entendimento, já nesta segunda-feira Heinze realiza um encontro técnico às 15h30min no Ministério da Agricultura, com representantes do Ministério da Economia, Banco Central e Farsul. Um dos gargalos do setor, está na alta tributação da cadeia do arroz,e entre as alternativas que estarão em discussão, está a possibilidade de melhorar a linha de crédito no BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), criada pela circular 41/2019. Heinze defende a redução de juros estimado hoje em 10,5% – TLP +1,5 % ao ano + 3 %. “É uma taxa muito elevada para o grau de endividamento que o setor se encontra. O preço do arroz não acompanha esse índice”, afirma.
Outro caminho, será convencer o Banco Central a liberar um percentual mínimo da alíquota do compulsório – valor retido dos bancos nos depósitos à vista. Nessa modalidade, detalha Heinze, não haveria custos para o Tesouro. “A economia brasileira está com sucessivos déficits. Já vamos para o sétimo ano no vermelho. Como a União não possui recursos, precisamos achar uma saída viável que não implique em mais gastos.” As negociações têm contado com a participação do senador catarinense, Esperidião Amin, e do presidente da Farsul, Gedeão Pereira. Rio Grande do Sul e Santa Catarina são responsáveis por mais de 80 % do arroz produzido no Brasil. Em reais, o produto hoje é vendido a R$ 45,00 (saca), e estima-se que sobra pouco mais de R$ 27,00 para o produtor.

Deixe seu comentário: