Segunda-feira, 09 de Dezembro de 2019

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Celebridades Stevie Wonder defende Michael Jackson sobre a polêmica causada pelo documentário

Wonder deu a entender que o legado do ex-colega não pode ser apagado. (Foto: Reprodução)

O documentário Leaving Neverland está mudando a perspectiva de muitas pessoas sobre Michael Jackson. Além de processos por parte da família do cantor, rádios internacionais, em protesto, tiraram as músicas do cantor de seu catálogo.

Com direção de Dan Reed, o documentário é focado nos depoimentos de Wade Robson e James Safechuck sobre supostos assédios sexuais cometidos por Michael. O filme, classificado como “pertubador“, tem se mostrado um divisor de águas na opinião pública sobre o Rei do Pop.

Recentemente, Stevie Wonder foi brevemente questionado pelo TMZ sobre a maneira que as pessoas estão interpretando a mensagem do documentário, e sobre como isso afeta a trajetória de Michael. Wonder foi breve na resposta, mas deu a entender que o legado do ex-colega não pode ser apagado.

“Ele morreu. Ele está morto. No entanto, espero que possamos continuar o legado de inspiração que ele deu a várias crianças e a várias pessoas.”

Colegas de longa data, Wonder trabalhou com Jackson ao participar da faixa “Just Good Friends“, do icônico disco Bad. Em 1987, no mesmo ano de lançamento do disco, Michael gravou com Stevie um dueto para o álbum Characters, intitulado “Get It“.

Por que fazer esse documentário?

Recentemente, o diretor Dan Reed conversou com o veículo NME sobre o polêmico documentário. Ele explicou a necessidade de levar esse conteúdo ao público: “Tivemos que estabelecer que não foram contatos físicos íntimos de um tipo inocente. Foi uma atividade sexual completa. E é por isso que existem tantas cenas brutais descritas no filme”.

Documentário polêmico

Leaving Neveland (Deixando Neverland, em tradução literal) traz alegações de abuso sexual infantil contra Michael. Representantes do cantor condenaram a obra: “É apenas mais uma produção ultrajante e patética de tentar explorar e ganhar dinheiro às custas de Michael Jackson”, disse um representante da família Jackson. Para a equipe que cuida do patrimônio de Michael, o filme traz alegações de que Michael teria abusado sexualmente de dois garotos. Eles acreditam que trata-se de Wade Robson e James Safechuck, que testemunharam sob juramento em tribunal afirmando que Michael jamais teve qualquer atitude inapropriada com eles.

A sinopse de Leaving Neverland diz: “Michael tinha uma relação de longa data com os garotos, que tinham 7 e 10 anos, e com suas respectivas famílias. Agora, na faixa dos 30 anos, eles contam a história de como foram abusados sexualmente e como lidaram com isso nos anos seguintes”. De acordo com o TMZ, Leaving Neverland tem 233 minutos e é dividido em duas partes.

Vale lembrar que Neverland era o rancho de propriedade de Michael, onde ele morou por 17 anos para fugir do assédio da imprensa. As controvérsias envolvendo o documentário não param por aí: os dois irmãos que acusaram Michael de assédio em 2005 estão na faixa dos 30 anos. Já o hoje coreógrafo Wade Robson, de 36 anos, entrou com um processo póstumo contra Michael em 2013, dizendo que foi molestado pelo cantor quando tinha 7 anos, mas o processo foi arquivado em dezembro de 2017.

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