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Submarino alemão da Primeira Guerra Mundial emerge na costa da França

Duas peças do submarino UC-61, uma com cerca de oito metros e outra com três metros de comprimento, ressurgem desde dezembro do ano passado, cada vez que a maré recua. (Foto: Reprodução)

Os destroços de um submarino alemão da Primeira Guerra Mundial emergiram em uma praia em Wissant, no Norte da França. Há décadas enterrada na areia, a carcaça enferrujada da embarcação naufragada em 1917 pode agora ser vista quando a maré está baixa.

Duas peças do submarino UC-61, uma com cerca de oito metros e outra com cerca de três metros de comprimento, ressurgem desde dezembro do ano passado, cada vez que a maré recua.

“Todos os moradores de Wissant sabem que tem um submarino aqui. Mas na maior parte do tempo os destroços não estão visíveis. É a primeira vez que estão tão expostos”, afirma o guia turístico Vincent Schmitt.

A embarcação da Marinha imperial alemã tinha 50 metros de comprimento e chegou em julho de 1917 à costa francesa. O submarino tinha como missão afundar navios mercantes inimigos e teria inclusive afundado uma embarcação de guerra, segundo a historiadora Isabelle Delumeau. Antes de se render a autoridades francesas, a tripulação, composta por cerca de 20 pessoas, explodiu o submarino.

“Os destroços de submarinos da Primeira Guerra Mundial não são muito numerosos e ainda não muito conhecidos. Esta é, portanto, uma oportunidade muito rara de se aproximar de um submarino da Primeira Guerra”, afirma Delumeau.

De acordo com o prefeito de Wissant, Bernard Bracq, os destroços ficam brevemente visíveis a cada dois ou três anos, dependendo das marés e do vento, que fazem com que a areia se mova. “Uma boa rajada de vento e os destroços vão desaparecer novamente”, alerta.

As autoridades locais não pretendem desenterrar a embarcação, afirmando que ela não representa perigo para a população local. E enquanto o submarino centenário não desaparece novamente, turistas se apressam para ver o que resta dele.

Submarino argentino

O Ministério da Defesa e a Marinha da Argentina informaram, em novembro, que localizaram o submarino ARA San Juan, que havia desaparecido há um ano no oceano Atlântico com 44 tripulantes a bordo. O submarino foi achado em uma região de cânions a 800 metros de profundidade, a 600 quilômetros de distância da cidade de Comodoro Rivadavia, onde havia sido montado o centro de operações durante as buscas.

O local é o mesmo onde, na época do incidente, foi identificada “anomalia hidroacústica” semelhante a uma explosão. A empresa norte-americana Ocean Infinity, contratada pelas autoridades de Buenos Aires por cerca de US$ 7,5 milhões, encontrou o submarino por meio de observação feita com um veículo operado por controle remoto.

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