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Terceiro volume da série “Nomes que Fizeram a Imprensa Gaúcha” é lançado na ARI

(Foto: Divulgação)

Nesta quinta-feira (01), Dia Nacional da Imprensa, a revista Press lançará, às 19h, na ARI (Associação Riograndense de Imprensa), em Porto Alegre, o terceiro volume da série “Nomes que Fizeram a Imprensa Gaúcha”.

A publicação é o reconhecimento e uma homenagem a profissionais que ajudaram a construir uma das imprensas mais admiradas e respeitadas do País. Esse terceiro volume traz os perfis de dez jornalistas/radialistas com destaque a partir de meados do século passado. Integram a lista, por ordem alfabética:

Alberto André, considerado um jornalista símbolo pelo papel múltiplo que desempenhou na sociedade, além de ter seu nome ligado à Associação Riograndense de Imprensa, por ele presidida ao longo de 34 anos.

Amir Domingues, com amplo trânsito na mídia impressa, mas que se projetou como exímio entrevistador em programas de rádio.

Cândido Norberto, um comunicador por excelência, com perfeito domínio do microfone e da câmeras, com passagem pela política e pela radionovela da década de 1940.

Cid Pinheiro Cabral, o mais destacado e completo cronista esportivo do Rio Grande do Sul, um mestre que inspirou as gerações que o sucederam.

Edison Pires, repórter esportivo, sem formação especializada, mas que deixou sua marca caracterizada pelo codinome com que sempre foi tratado: o “Rei do furo”.

Eunice Jacques, dona de um estilo ao mesmo tempo rigoroso e elegante, que passou pela reportagem, pelo editorial e pela crônica.

Flávio Alcaraz Gomes, profissional múltiplo com presença especial nas grandes coberturas jornalísticas, no país e no Exterior. Foi um repórter, acima de tudo.

Justino Martins, outro grande repórter que depois se especializou na área dos periódicos. Foi o principal impulsionador da gaúcha Revista do Globo, nas décadas de 1940/1950, antes de firmar seu nome nacionalmente no comando da revista Manchete.

João Aveline, um sindicalista que fez da imprensa sua principal trincheira, sem se deixar contaminar pelas suas convicções políticas, como homem ligado historicamente ao Partido Comunista.

Múcio de Castro, jornalista, empresário e político, que ingressou na profissão, ainda menino, na mesma empresa da qual veio a ser o proprietário aos 24 anos de idade. Foi o grande condutor do jornal O Nacional, de Passo Fundo.

Os perfilados nas edições anteriores foram: I – Antônio Gonzalez, Arlindo Pasqualini, Breno Caldas, Carlos Nobre, Ernesto Corrêa, Jenor Jarros, Maurício Sirotsky, Paulo Sérgio Gusmão, SamPaulo e Santos Vidarte; II – Archymedes Fortini, Arnaldo Ballvé, Dilamar Machado, Ênio Melo, Erico Verissimo, Josué Guimarães, Jorge Alberto Mendes Ribeiro, José Antônio Daudt, Gilda Marinho e Pedro Carneiro Pereira.

A publicação, que teve pesquisa e textos do jornalista Antônio Goulart, conta com o apoio de Celulose Riograndense, Corsan e Assembleia Legislativa. Sua distribuição será gratuita, entre jornalistas, veículos de comunicação, bibliotecas públicas, líderes dos setores público, empresarial e institucional, agências de propaganda, escolas de comunicação, entre outros.

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