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Trabalhadores da saúde aprovam participação na greve geral do dia 14 de junho

Greve dos profissionais de saúde está programada para a próxima sexta-feira, 14 de junho. (Foto: Jackson Ciceri/ O Sul)

Em assembleia do Sindisaude-RS e de outros três sindicatos, a categoria aderiu à greve geral prevista para a próxima sexta-feira (14). Junto aos sindicatos dos Enfermeiros (Sergs), dos farmacêuticos (Sindifars) e dos técnicos de segurança do trabalho (Sintitest-RS), a expectativa é de mais de 200 mil trabalhadores representados.

Na noite desta segunda (10), foi realizada uma mobilização em frente ao Posto Modelo, na Av. Jerônimo de Ornelas, antes da assembleia, com foco nas reivindicações dos profissionais da  IMESF – Instituto Municipal de Estratégia de Saúde da Família.

(Divulgação leitor)

Luta

Conforme o Sindisaúde-RS, a categoria luta em função de quatro anos sem reajuste salarial, mesmo com previsão expressa no contrato de gestão. Esse foi o último de três atos programados e realizados nas segundas-feiras, na preparação para uma possível mobilização maior. Além da paralisação do dia 14, os profissionais que atuam em postos de saúde se reunirão no dia 18, para votar uma greve nesses espaços.

A orientação dos sindicatos envolvidos na assembleia desta segunda aos profissionais de saúde é de não se dirigirem aos locais de trabalho na próxima sexta-feira (14). Além das principais motivações, há ainda o fato de que os metroviários é uma das outras categorias que já anunciaram que irão parar, dificultando o transporte dos profissionais aos locais de atuação.

Pauta de reivindicações

Os profissionais da saúde destacam a contrariedade à reforma da Previdência como principal ponto, indicando pontos que serão afetados pela medida. Segundo eles:

  • “A Reforma terminará com a aposentadoria especial na saúde”;
  • “O modelo de capitalização proposto falhou em pelo menos 60% dos países em que foi implementado, aumentando o rombo das contas públicas”;
  • “A Reforma ignora as peculiaridades do trabalho das mulheres”;
  • “O aumento do tempo de contribuiçãoo nos fará trabalhar até morrer”;
  • “O governo inventou uma Reforma Militar que poupa 9 bilhões, mas deu outros 10 bilhões em incentivos de carreira”.

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