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Uber testa carros sem motorista no Arizona

São sedãs Ford Fusion equipados com câmeras 3D, sistema de posicionamento por satélite e tecnologia que usa laser para identificar o formato e a distância de objetos. (Foto: Reprodução)

Depois de tirar os carros autônomos das ruas da Califórnia, o Uber Technologies agora os colocou no Arizona, Estado americano onde não há exigência de licença especial para testar o programa.

A empresa encerrou o projeto na Califórnia uma semana depois de tê-lo iniciado devido à oposição de autoridades reguladoras.

Na quarta-feira (21), o Departamento de Veículos Motores da Califórnia revogou a permissão de 16 carros da frota de teste da companhia, que segundo o órgão não tinha a devida autorização.

No Arizona, contudo, os veículos autônomos estão sujeitos às mesmas regras de qualquer outro automóvel, segundo o Departamento de Transportes.

Na manhã de quinta-feira (22), o Uber colocou os carros em caminhões pertencentes à Otto —empresa adquirida em agosto.

“Nossos carros partiram para o Arizona nesta manhã em caminhões”, informou a porta-voz do Uber em comunicado. “Vamos expandir nosso projeto piloto de veículos autônomos por lá nas próximas semanas”, completou.

O governador do Arizona, Doug Ducey, afirmou que o Estado recebe os carros autônomos da Uber de braços abertos. “Enquanto a Califórnia põe freios em inovação e mudança com mais regulação e burocracia, o Arizona abre espaço para novas tecnologias e negócios”, disse ele em nota.

Veículos

Os carros autônomos da Uber em Pittsburgh consistem de sedãs Ford Fusion equipados com câmeras 3D, sistema de posicionamento por satélite e tecnologia que usa laser para identificar o formato e a distância de objetos.

Apesar de a direção autônoma em estradas ser relativamente simples de se desenvolver —pesquisadores da Carnegie Mellon criaram uma minivan em 1995 que cruzou o país em modo autônomo em 98% do tempo—, mas nas ruas das cidades, com pedestres, trânsito, buracos e obras, a questão é diferente.

“Desde meados dos anos de 1990 praticamente a maior parte desse campo tem se concentrado neste último passo”, disse Aaron Steinfeld, pesquisador do Instituto de Robótica da Carnegie Mellon. (Folhapress)