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Um árbitro argentino superou um brasileiro e irá apitar a primeira partida do Mundial

O Brasil jamais teve um árbitro no primeiro jogo. (Foto: Reprodução)

O argentino Néstor Pitana, 42 anos, será o árbitro da partida de abertura do Mundial, entre Rússia e Arábia Saudita, que acontece nesta quinta-feira  no estádio Lujniki, em Moscou. O jogo terá início às 12h (de Brasília). Pitana terá como assistente os compatriotas Juan Pablo Belatti e Hernán Maidana.

O brasileiro Sandro Meira Ricci trabalhará como quarto árbitro. Ele era cotado para ser o juiz da abertura e foi levado pela entidade máxima do futebol mundial para uma entrevista coletiva nessa terça-feira. “Fico muito feliz de ter apontado como o quarto árbitro neste jogo. Estou ansioso também para trabalhar”, afirmou Ricci.

O Brasil jamais teve um árbitro no primeiro jogo. Só em finais. Arnaldo Cézar Coelho apitou em 1982 e Romualdo Arppi Filho em 1986. Natural da província de Misiones, Pitana vai a seu segundo Mundial. Ele também trabalhou no Brasil, em 2014, e atuou em quatro partidas. Seu último jogo foi nas quartas de final, quando a Alemanha venceu a França por 1 a 0.

“Analisamos todas as partidas e tentamos ter o melhor juiz para cada jogo. Todos esperam pelo primeiro jogo, pois é algo que está no foco e todo mundo está olhando. A escolha foi por alguém que tem experiência, e confiamos que fizemos a melhor escolha ao ter o Pitana”, disse o italiano Pierluigi Collina, presidente do Comitê de Arbitragem da entidade máxima do futebol mundial. “A seleção dos árbitros é baseada apenas em resultados e qualidades”, disse o suíço Massimo Busacca, diretor do Comitê de Arbitragem.

O argentino teve pequenas atuações como ator em sua juventude, tendo participado de um filme chamado “La Furia”, no qual atuou como um guarda numa prisão.

A entidade também apontou o italiano Massimiliano Iratti como árbitro principal de vídeo (VAR). Ele trabalhará de uma sala montada dentro do IBC, o centro internacional de transmissões localizado em Moscou. A equipe contará ainda com Mauro Vigliano (ARG), Carlos Astroza (CHI) e Daniele Orsato (ITA).

“Temos que estar preparados [para receber uma correção]. É importante que os árbitros aceitem e tenham uma preparação mental para saberem que têm que fazer o melhor pelo futebol. Não podemos brigar com a imagem”, afirmou o brasileiro. A entidade deixou claro também que não aceitará atletas cercando árbitros e que quem fizer isso será advertido com cartão amarelo.

“Deixamos claro que não queremos ver jogadores cercando o árbitro, pressionando. Os cartões podem custar muito caro em uma competição como essa. Então é a chance de evitarem uma advertência sem sentido”, disse Collina.  No Mundial, dois cartões suspendem um jogador e além disso será feito um ranking de disciplina que será usado como penúltimo critério de desempate.

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