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Um dia depois de cancelar presença em formatura da Aeronáutica no interior de São Paulo, Bolsonaro participou de evento da Marinha no Rio de Janeiro

Presidente eleito era acusado de ter se beneficiado irregularmente da atitude de um empresário que pediu o apoio de seus funcionários à candidatura do capitão reformado. (Foto: Divulgação)

Na manhã desse sábado, o presidente eleito Jair Bolsonaro compareceu à formatura de aspirantes da Escola Naval na Ilha de Villegagnon, Rio de Janeiro. Na véspera, alegando razões médicas, ele havia cancelado de última hora um compromisso semelhante, deixando de ir à Pirassununga (SP), onde participaria de uma diplomação da AFA (Academia da Força Aérea).

A cerimônia no interior paulista contou com as presenças do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Dias Toffoli, do futuro ministro da Defesa, general Joaquim Silva e Luna, e Major Olímpio, e do senador eleito Major Olímpio (PSL-SP).

A imprensa consultou os médicos que acompanham o presidente eleito e, segundo eles, Bolsonaro tinha se queixado de dificuldades para dormir. O futuro chefe do GSI, general Augusto Heleno, disse que o futuro chefe do Executivo chegou a questionar os profissionais de saúde sobre a administração de remédios para dormir. Em resposta, ouviu a recomendação de que deveria repousar.

“Agenda extensa”

No mesmo dia, Jair Bolsonaro utilizou a sua conta no Twitter para confirmar que teve dificuldades para dormir e que estava cansado com a agenda dos últimos dias em Brasília, que considerou “extensa”.

O evento da manhã desse sábado, com a presença do presidente eleito, marcou a entrega dos diplomas de 228 aspirantes. Eles foram declarados guardas-marinha e receberam espadas, símbolo do oficial da Força Armada, após quatro anos de formação acadêmica e militar-naval.

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