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Um médico infectado com o vírus H1N1 morreu no hospital onde estava internado

Jorge Albuquerque Fontan vivia em Maceió, capital de Alagoas. (Foto: Reprodução)

O médico Jorge Albuquerque Fontan, 77 anos, foi a primeira vítima do vírus H1N1 neste ano em Alagoas. A informação foi confirmada pela Secretaria da Saúde do Estado nordestino. Ele estava internado no Hospital Arthur Ramos, na capital Maceió.

“Infelizmente, aconteceu esse caso e há a confirmação de H1N1″, declarou a coordenadora do núcleo de doenças imunopreveníveis do governo alagoanao, Claudeane Nascimento. “Não é um motivo de pânico, mas devemos nos proteger, já que a doença tem proteção”.

Em 2016, foram dez casos fatais por causa do vírus. No ano passado, três pessoas morreram pelo mesmo motivo. E do começo de janeiro até agora, 17 casos da doença já foram confirmados e estão em tratamento, ao passo que outros seis estão sendo investigados.

Dentre os casos suspeitos está o de um bebê que foi internado com insuficiência respiratória e suspeita do vírus na última sexta-feira, também em Maceió. De acordo com a direção da maternidade, a criança apresenta um quadro de bronquiolite e está isolada de outros pacientes na Unidade de Cuidado Intermediário Convencional, até que saiam os resultados definitivos dos exames, que devem estar prontos até o fim desta semana.

Não foi informado desde quando o bebê está internado. A maternidade informou que faz parte do protocolo para identificação dos casos de insuficiência respiratória realizar coleta de material do paciente para investigar a causa, entre elas a gripe comum e a Influenza (H1N1).

Por meio de nota, a direção médica da maternidade informou que só irá se manifestar sobre o caso quando os resultados dos exames estiverem disponíveis.

Cuidados

De acordo com a Secretaria da Saúde de Alagoas, a forma mais segura de evitar o vírus é a vacinação, que está disponível nos postos de saúde e também nos postos volantes nos shoppings. Crianças de seis meses a menores de cinco anos, mulheres grávidas, profissionais da saúde, indígenas, pessoas com doenças crônicas, presidiários e professores como a hericélia fazem parte do grupo prioritário.

A meta da pasta é vacinar 787 mil pessoas, que fazem parte do grupo de risco. Contudo, até aqui só 298 mil pessoas foram aos postos de vacinação. A campanha termina no primeiro dia do mês de junho. Ainda conforme o governo estadual, a pouca procura pela vacina pode estar relacionada a boatos que surgem nesse período. É que existem rumores de que a vacina pode matar os idosos, mas isso não é verídico.

“A vacina é feita de vírus inativado, ou seja, vírus morto, que não causa doença. O que pode acontecer é, como nós estamos vivenciando a época da influenza, você pode entrar em contato com alguém. Existe o período de incubação dessa doença, que pode durar até sete dias. Essa pessoa pode tomar a vacina no sexto dia e apresentar os sintomas, mas isso não significa que a vacina a deixou doente”, esclarece Claudeane.

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