Últimas Notícias > Notícias > Mundo > Os Estados Unidos estudam se é seguro espremer mais passageiros no avião

Um surfista foi atingido no rosto por um polvo gigante brigando com uma foca

Taiyo Masuda foi atingido durante briga entre foca e polvo. (Foto: Reprodução/Instagram)

O surfista australiano Taiyo Masuda estava remando em uma ilha da Nova Zelândia quando notou uma movimentação estranha nas águas. Era uma briga feroz entre uma foca e um polvo. Ao perceber o conflito entre os animais, levou um susto maior ainda: foi atingido, no rosto, pelos tentáculos do molusco.

O passeio de caiaque estava sendo registrado por uma câmera – mal sabia o surfista que aquele dispositivo registraria imagens tão impressionantes. É possível ver, no vídeo, o polvo preso na boca da foca. Em seguida, os animais desaparecem embaixo d’água.

“Vi o polvo se debater no meio da luta, mas meu rosto estava no lugar errado, na hora errada”, comentou Masuda ao site Yahoo News. Ele contou que, apesar de as imagens mostrarem o polvo sendo quase engolido, ele conseguiu se agarrar ao caiaque depois da luta e se salvar.

Surfista brasileiro morto por tubarão

O capixaba Artur Medici, um apaixonado pelo mar, morreu após um ataque de tubarão em Cape Cod, no estado de Massachusetts (EUA). Foi o primeiro ataque fatal por tubarão-branco em mais de 80 anos na região.

No domingo (23), os atletas de bodyboard deram uma pausa no circuito estadual e se uniram aos amigos e familiares do jovem morto num ataque de tubarão, nos Estados Unidos, para fazer uma homenagem na Praia da Pompeia, em Itaparica, Vila Velha, no Espírito Santo.

A mãe de Arthur estava muito emocionada. Ela ganhou uma escultura feita pelo surfista da Barra do Jucu Wesley Batista e recebeu o apoio e carinho das pessoas que amam o mar da mesma forma que o filho amava.

“Era um rapaz que amava o bodyboard. É uma homenagem para a família se sentir acolhida e ver como o Arthur era amado”, disse Neymara Carvalho, pentacampeã mundial de bodyboard.

Depois da homenagem na areia, os surfistas seguiram para a água. O pai e o irmão de Arthur entraram juntos no mar. O grupo fez um círculo, numa espécie de cerimônia fizeram um tributo no melhor estilo Arthur.

“Não tem explicação. A perda vai sempre estar marcada. Isso foi só uma homenagem. Pegamos onda juntos. O Arthur lembra isso, amizade, praia”, disse o irmão Marcos Melo.

Na prancha do amigo Mateus, mais uma homenagem para Arthur. Os dois se conheciam desde a infância, surfavam juntos desde criança.

“A cada dia que a gente acordar e estiver no mar, a gente vai estar com ele na memória e ele lá de cima olhando pra gente ajudando nas dificuldades aqui”, disse Mateus Freitas.

Arthur tinha 26 anos e morava nos Estados Unidos há quatro, onde estudava engenharia e trabalhava como entregador de pizza.

Ele praticava bodyboard na baía de Cape Cod, em Massachusetts, Estados Unidos, quando foi atacado pelo tubarão nas pernas, chegou com vida no hospital, mas não resistiu. A morte aconteceu por volta das 12h de Boston (13h de Brasília), no dia 15 de setembro. Ele foi a primeira vítima fatal de ataque de tubarão em 80 anos naquele estado.

O enterro aconteceu na manhã do dia 22, em Vila Velha, no Espírito Santo.