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Uma advogada disse que não há dúvidas sobre Michael Jackson ter sido um predador sexual

Michael Jackson teria um comportamento perturbador, segundo a advogada. (Foto: Reprodução)

A advogada Gloria Allred diz que não há dúvidas de que o legado de Michael Jackson é tanto sobre ele ser um “predador sexual” quanto pela fama de sua música.

O site TMZ conversou com Gloria, reconhecida defensora dos direitos da mulher, na semana passada. Recentemente, ela defendeu a cantora Faith Rodgers, suposta vítima do músico R. Kelly.

Gloria foi questionada pelo site sobre como as pessoas deveriam se sentir em relação ao rei do pop diante do lançamento do documentário que aborda as supostas vítimas de pedofilia do cantor.

A advogada disse que há um longo histórico de alegações sérias e comportamento perturbador, assim como milhões de dólares pagos em acordos. Ela acredita que tudo contribui para Jackson ser considerado um predador sexual. Gloria disse que, embora nunca saibamos os nomes das vítimas de Michael Jackson, ela acredita firmemente que ele é culpado de abuso sexual.

Em 1993, a advogada representou brevemente Jordan Chandler, um garoto que acusou Jackson de abuso sexual. Mais tarde, a família dele resolveu fazer um acordo para retirar a acusação dos tribunais pelo valor de US$ 20 milhões.

Documentário

Em janeiro, o lançamento do documentário Leaving Neverland (“Deixando Neverland”, em português) deixou a família do ‘rei do pop’ furiosa após as acusações de abuso sexual.

A produção traz os relatos de Wade Robson e James Safechuck, que alegam terem sido abusados por Michael quando tinham apenas 7 anos e 10 anos, respectivamente. A família de Michael, então, rebateu as acusações contra o cantor em um comunicado oficial.

“Os dois acusadores testemunharam sob juramento que esses eventos nunca ocorreram. Eles não providenciaram nenhuma evidência independente e absolutamente nenhuma prova para sustentar suas acusações, o que significa que o filme inteiro depende apenas da palavra de dois mentirosos”, diz a nota.

No julgamento, Robson testemunhou que dormiu no quarto de Michael diversas vezes, mas que o cantor nunca lhe molestou. Safechuck fez declarações semelhantes aos investigadores. No entanto, eles voltaram atrás e registraram novas acusações contra Michael em 2013, alegando que o estresse e o trauma lhes forçaram a encarar a verdade e admitir que foram abusados sexualmente.

Além disso, o comunicado critica a postura do diretor Dan Reed de não entrevistar outros personagens além de Robson e Safechuck: “Ao optar por não incluir nenhuma dessas vozes independentes que pudessem desafiar a narrativa que ele estava determinado a vender, o diretor negligenciou a checagem de fatos para que pudesse elaborar uma narrativa tão grosseiramente unilateral que os espectadores nunca chegassem perto de um retrato equilibrado”.

Dividido em duas partes com duas horas cada, o documentário foi exibido no Festival Sundance no dia 25 de janeiro, e deve chegar ao HBO ainda no primeiro semestre.

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