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Uma câmera de segurança flagrou um iPhone explodindo em Las Vegas

iPhone em questão era do modelo 6S. (Foto: Reprodução)

Na última sexta-feira (11), câmeras de segurança de uma assistência técnica da Apple em Las Vegas flagraram um iPhone explodindo e pegando fogo.

A gravação mostra primeiro a explosão do aparelho, que não estava sendo manuseado no momento, e depois se transformando em uma grande chama.

O funcionário da loja se assusta com a explosão e se afasta, logo depois se direciona à frente da loja para fazer uma ligação.

De acordo com um representante da loja, o iPhone em questão era do modelo 6S e estava na loja para ter seu visor trocado após uma rachadura. Ainda segundo o estabelecimento, a bateria do aparelho havia expandido devido ao calor.

Ninguém saiu ferido na explosão e a imprensa norte-americana está esperando uma resposta da Apple quanto ao caso.

Baterias “inchadas” são um verdadeiro problema, e o risco de explosão é real, como você pôde ver no vídeo acima. Isso acontece por conta de um superaquecimento, e, caso sua bateria esteja “estranha”, pode ser que o componente do seu iPhone precise ser trocado.

iPhone X: vantagens em relação ao Galaxy

iPhone X é o supercelular da Apple cujo design inspirou modelos mais recentes na indústria de smartphones. O telefone se destaca por trazer o processador de última geração da Apple aliado a uma série de recursos novos, como os Animojis e a possibilidade de controle do aparelho a partir de gestos – características difíceis de bater, mesmo para os modelos carro-chefe da Samsung, Galaxy S9 e S9 Plus, lançados em fevereiro.

Comparar as propostas das duas marcas é não só inevitável, como necessário na hora de decidir.

No iPhone X, o Face ID, tecnologia de reconhecimento facial da Apple, faz uma leitura tridimensional da face do usuário, possível graças à câmera TrueDepth. Essa característica garante que o sistema do celular seja mais preciso e seguro do que o que é encontrado em dispositivos com Android, já que a leitura tridimensional leva em conta uma série de características individuais que são ignoradas no sistema da Samsung.

Nos Galaxy S9 e S9 Plus, a leitura facial se dá em 2D. Menos precisa, essa abordagem pode abrir espaço para que o sistema seja enganado por fotos.

O iPhone X introduziu uma nova forma de interação e controle do smartphone que considera gestos feitos pelo usuário. Entre os comandos, está a possibilidade de voltar à tela inicial, abrir a assistente Siri, abrir o menu multitarefa e alternar entre aplicativos recentes.

O S9 e S9 Plus não têm nada tão elaborado: a navegação pela tela requer toques normais em botões e atalhos dispostos na interface. Na melhor das hipóteses, os S9 e S9 Plus podem ganhar algo parecido com a chegada do Android P.

Outra função da câmera frontal TrueDepth do iPhone X é produzir os emoji animados que levam em conta o seu rosto e suas expressões faciais para criar as figurinhas divertidas, em formato de animais. Esses desenhos podem ser compartilhados posteriormente em aplicativos de mensagens instantâneas.

O S9 e S9 Plus contam com a resposta da Samsung à tecnologia – chamada de AR Emoji e que funciona de forma similar – mas que perde em qualidade, se comparada à precisão dos Animojis: no iPhone, as animações seguem com maior precisão as mudanças da sua expressão, como sorrisos e movimentos dos olhos, além de oferecerem uma quantidade maior de opções de customização.

Quem possui dispositivos da maçã, como AirPods, Apple TV, Apple Watch, por exemplo, acaba se beneficiando da integração que existe entre essas plataformas.

Não só o smartphone vai “conversar” direito com esses produtos, como OS serviços podem ser facilmente compartilhados entre esses dispositivos, tornando tarefas mais práticas no dia a dia.

O S9 e S9 Plus irão funcionar com dispositivos da Apple, seja via conexão de cabo ou Bluetooth, onde houver suporte. No entanto, o uso de plataformas como o iCloud, apps e serviços da Apple não terão o mesmo nível de integração.

A Bixby é superior à S-Voice, mas ainda assim fica devendo diante da Siri. A assistente da Samsung ainda não tem versão em português e, mesmo para quem se arrisca no inglês, falta à Bixby a mesma integração que a Siri possui com o smartphone da Apple.

E quanto às telas? É curioso que as telas dos Galaxy S9 e S9 Plus e dos iPhone X sejam todas OLED fabricadas pela Samsung e que, mesmo assim, o display do celular da Apple tenha alguma vantagem na qualidade de imagem sobre aquele usado nos modelos rivais.

Sistema operacional pode ser uma questão de preferência, mas mesmo fãs do Android não podem negar que os usuários dos iPhones contam com a vantagem de receber atualizações frequentes do iOS. Do outro lado, a Samsung leva meses para empacotar o Android para seus produtos: o Galaxy S8, por exemplo, só foi receber o Android 8 Oreo no fim de fevereiro, seis meses depois do lançamento oficial do sistema pelo Google.

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