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Empresa brasileira cria capacete dobrável que pode ser guardado na bolsa

Segundo a criadora do produto, o acessório protege como um capacete comum e é do tamanho de um leque quando fechado. (Foto: Divulgação)

Uma empresa chamada Scheeeins anunciou o lançamento de um capacete dobrável no qual trabalhou durante 8 meses. Os esforços resultaram no KP7, que tem tecnologia semelhante a uma colmeia de abelhas: protege contra grandes impactos e, como dissemos antes, pode ser dobrado e alocado em diversos compartimentos.

O material usado para sua confecção é a fibra de celulose. Isso o torna atrativo para os adeptos das modalidades de transporte ecofriendly, como as bicicletas e os patinetes. Além disso, é possível guardá-lo com muito mais facilidade que um capacete rígido. “Nós decidimos criar um capacete seguro e prático. É muito importante ser dobrável e caber em uma bolsa. Realizamos uma pesquisa e identificamos que as pessoas não usam o capacete por acharem inconveniente carregar”, explica Victor Reis, fundador da Scheeeins

Você deve estar se perguntando se é inteligente proteger a cabeça com papel. Em sua defesa, a fabricante garante que o produto é realmente resistente. “Acreditamos que com o KP7 o uso dos capacetes terá uma aceitação melhor dos usuários de patinete e ao mesmo tempo evitará acidentes e até possíveis mortes”, finaliza Reis.

Reis não divulgou o preço do produto, nem mesmo quando ele será lançado. No entanto, empresário afirmou que já está negociando o acessório com empresas dos EUA e França.

Celular dobrável

Google revelou que trabalha há algum tempo no desenvolvimento de um celular dobrável, nova tendência do mercado. A informação foi dada pelo principal executivo da companhia quando o assunto são os smartphones, Mário Queiroz, de acordo com o portal americano Cnet. Embora tenha confirmado que estudos e protótipos que exploram a ideia das telas dobráveis são realizados já há “um bom tempo” pelo Google, Queiroz deixa claro que ainda não há “um caso de uso claro” em favor do novo formato, o que de certa forma indica que um Pixel dobrável pode ainda estar distante do mercado.

De acordo com a publicação, o executivo entende que celulares dobráveis precisam ir além da flexibilidade da tela e trazer algum tipo de diferencial que os tornem mais atrativos ao consumidor. Por enquanto, Queiroz identifica que as telas dobráveis em modelos como o Galaxy Fold ou oHuawei Mate X são apenas um extra “legal de ter”, não algo “indispensável”.

A cautela do Google em relação a aderir ao formato pode ser uma estratégia, já que a chegada do celular flexível ao mercado tem ocorrido com alguns contratempos que vão desde a falta de um formato uniforme – cada marca vem apostando num design diferente em busca da solução ideal – aos problemas de qualidade encarados pela Samsung e o lançamento adiado do Fold em virtude de telas que apresentaram defeitos em poucos dias de uso.

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