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Uma nave espacial da Nasa encontrou um raro filamento no Sol

"Os filamentos solares são nuvens de partículas carregadas que flutuam acima do sol, amarradas a forças magnéticas", afirmam os pesquisadores. (Foto: Reprodução)

Em um de seus monitoramentos ao redor do Sol, uma nave espacial da Nasa (agência espacial norte-americana) capturou uma rara visão de toda a estranheza que paira pelo universo. De acordo com cientistas, trata-se de um filamento circundado e está localizado perto de um buraco da grande estrela.

O registro aconteceu entre os dias 29 e 31 de outubro de 2017 pela Solar Dynamics Observatory. Na mensagem que acompanha a novidade, os cientistas descrevem o fenômeno dizendo que a área preta à esquerda da região ativa mais brilhante é um buraco coronal, ou seja, uma abertura aberta magneticamente no Sol.

“Os filamentos solares são nuvens de partículas carregadas que flutuam acima do sol, amarradas a forças magnéticas”, afirmam os pesquisadores.
Os cientistas dizem que o buraco já foi visto anteriormente, mas sempre em forma de círculo e nunca em filamento.

Parceria

A Nasa está conseguindo economizar um bom dinheiro graças às parcerias que tem firmado com agências privadas. Os programas comerciais e de carga recentes custaram muito menos do que iniciativas anteriores que foram administradas integralmente pelo governo dos Estados Unidos.

Estima-se que bilhões de dólares já foram economizados com a SpaceX usando seus foguetes e cápsulas para enviar suprimentos e equipamentos à ISS (Estação Espacial Internacional), e há um estudo da própria Nasa comprovando este fato. Tudo começou a melhorar em 2006, quando a agência espacial dos EUA decidiu mudar a maneira que enviava suprimentos à ISS, firmando parcerias com empresas privadas para cuidar do transporte.

A Nasa ajudou no financiamento de veículos espaciais, e, hoje, conta com duas grandes parceiras nessa missão: a SpaceX, de Elon Musk, e a Orbital ATK. Enquanto a SpaceX usa sua cápsula Dragon com foguetes Falcon 9 para as missões com destino à ISS, a Orbital ATK conta com as cápsulas Cygnus, usando foguetes Antares ou Atlas V, este construído pela United Launch Alliance.

Tanta economia pode fazer com que a Nasa, cada vez mais, conte com o setor privado para alcançar seus objetivos. Vale lembrar que na quinta-feira (9), a agência espacial afirmou que enviará, sim, uma sonda não tripulada para Marte em 2019, mantendo os planos de levar o homem ao Planeta Vermelho em 2023, mesmo que, anteriormente, tenha admitido que não teria dinheiro suficiente para completar a missão dentro do cronograma. Portanto, pode ser que as parcerias com as agências privadas estejam viabilizando a concretização destes ambiciosos planos.

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