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O Brique da Redenção comemora 41 anos com um evento especial em Porto Alegre neste domingo

Feira da avenida José Bonifácio chega a receber 50 mil visitantes a cada edição. (Foto: Divulgação)

Neste domingo, uma festa diante do Monumento ao Expedicionário vai celebrar o aniversário de 41 anos de um dos pontos turísticos mais famosos de Porto Alegre: o Brique da Redenção. O evento, organizado pelos feirantes em parceria com a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, tem início marcado para as 11h30min.

Dentre as atrações previstas estão apresentações da Banda da Brigada Militar, exposição de carros antigos e um desfile dos “Dragões da Independência”. A comemoração está inserida na programação dos 247 de fundação da capital gaúcha, celebrados nesta terça-feira, 26 de março.

Criado em 1978, o Brique surgiu a partir de um movimento organizado por comerciantes de antiguidades, que promoviam um “mercado das pulgas” na região. Em 1982, os artesãos que vendiam artigos no interior da Parque da Redenção se incorporaram aos antiquários, acrescentando atrativos à feira semanal.

Com o passar do tempo, o evento ainda receberia uma área para gastronomia e de artes plásticas. Atualmente, também abriga um variado número de artistas de rua e músicos ao longo da avenida José Bonifácio (entre a João Pessoa e Osvaldo Aranha), nos bairros Farroupilha e Bom Fim.

“Os 41 anos do Brique da Redenção são motivo de alegria e orgulho para todos nós, porto-alegrenses”, declarou o titular da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Eduardo Cidade. “Mais do que uma feira ao ar livre, trata-se de um atrativo turístico e uma opção de lazer que beneficia o município de diversas formas, inclusive economicamente.”

Histórico

– 1978: a prefeitura de Porto Alegre reúne um grupo de pessoas para que desenvolvam o projeto de uma feira de antiguidades, a partir dos modelos já existentes em Buenos Aires (Argentina) e Montevidéu (Uruguai). Inicialmente denominado “Feira das Pulgas”, o brique contava com 24 expositores;– 1982: cerca de 40 artesãos e artistas plásticos, liderados por Paulo Filber e Berenice Aurora, começam a expor seus produtos no parque, ao lado da feira de antiguidades;

– 1984: é definido um regulamento formal para a Feira de Artesanato do Bom Fim;

– 1990: uma lei municipal determina o fechamento da avenida José Bonifácio para o trânsito de veículos aos domingos, configurando assim um espaço de lazer dominical;

– 2000: surge em dezembro a Associação dos Artesãos do Brique da Redenção, seguida do registro da marca “Brique da Redenção”, incluindo um site temático;

– 2005: em outubro, é sancionada a Lei 12.344, que declara o Brique da Redenção integrante do patrimônio cultural do Rio Grande do Sul;

– 2006: o Brique da Redenção torna-se a primeira feira do gênero no País a utilizar um sistema coletivo de vendas por meio de cartão de crédito;

– 2010: a Associação dos Artesãos do Brique da Redenção lança duas edições do “Jornal do Brique”, encartado em um periódico de grande circulação;

– 2011: com o objetivo de fazer o Brique da Redenção um espaço ainda melhor de convivência e encontro com a cultura, a Associação dos Artesãos do Brique da Redenção e a prefeitura (por meio da Secretaria Municipal da Indústria e Comércio) inauguram em setembro o projeto de revitalização da feira. Em destaque, um novo modelo de barraca de vendas, um novo pórtico e outros itens de identidade visual, como camisetas de expositores, sacolas e um site remodelado, em parceria com a iniciativa privada.

(Marcello Campos)

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