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A União Europeia vai investir 1 bilhão de euros em supercomputadores até 2020

Aa Comissão Europeia, o braço executivo da UE, cobrou explicações do governo polonês. (Foto: Reprodução)

A UE (União Europeia) investirá € 1 bilhão em supercomputadores até 2020 para tentar alcançar os avanços na área de computação conquistados pela China, Estados Unidos e Japão. Com a máquina superpotentes, é possível desenvolver cálculos complexos e a uma velocidade impossível para computadores comuns.

A princípio a Comissão Europeia pretende comprar dois computadores de classe mundial capazes de realizar, pelo menos, 100 milhões de bilhões de cálculos por segundo, além de dois sistemas de alcance médico capazes de fazer dezenas de milhões de bilhões de cálculos por segundo.

Os supercomputadores mais rápidos disponíveis hoje custam entre US$ 50 milhões e US$ 250 milhões, além dos vários bilhões para mantê-los funcionando. Uma nova geração de máquinas superpotentes está sendo desenvolvida e deve chegar ao mercado por US$ 500 milhões. A Comissão não informou exatamente quais modelos deve comprar.

Com as aquisições, os pesquisadores europeus que precisam de supercomputadores finalmente deixarão de alugar aparelhos de empresas especializadas do Japão e dos Estados Unidos.

O projeto tinha sido lançado em março de 2017, mas os detalhes dos investimentos só foram divulgados na última semana. Até então 13 países se inscreveram formalmente para participar do projeto: Bélgica, Bulgária, Croácia, França, Alemanha, Grécia, Itália, Luxemburgo, Holanda, Portugal, Eslovênia, Espanha e Suíça

O programa é considerado pela comissão como “crucial para a competitividade e independência da UE na economia de dados”, disse a agência de notícias Bloomblerg. Para isso a própria União Europeia fornecerá € 486 bilhões para o projeto nos próximos dois anos. O restante do valor será pago pelos países que se inscreverem no programa. A Comissão também abriu brechas para que empresas privadas também façam contribuições em dinheiro.

Atualmente, as empresas europeias e os departamentos governamentais têm alugado cada vez mais tempo computacional a supercomputadores localizados nos Estados Unidos e Japão. A União Europeia estará preocupada que, deste modo, a probabilidade de informação sensível acabe por ser alvo de uma fuga de informação. Para além disso, em uma eventual crise política, o acesso europeu a supercomputadores poderá ficar cortada na situação atual.

Andrus Ansip, vice-presidente para o mercado digital único da Comissão Europeia, afirma que esta é uma “corrida difícil e hoje a UE está atrás”. “Queremos dar aos investigadores e empresas europeus a capacidade de um supercomputador líder até 2020”.

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