Últimas Notícias > Notícias > Brasil > A Caixa suspendeu novos contratos do programa Minha Casa, Minha Vida para famílias com renda mensal de até 2 mil e 600 reais

Vai pôr um freio

O deputado estadual Adolfo Brito coordena o Prêmio Folha Verde, reconhecimento aos que se dedicam ao setor primário. (Foto: AL-RS)

O futuro ministro da Fazenda, Paulo Guedes, começa a tratar do assunto que, para os governos anteriores, parecia não existir: o aumento da dívida pública e o pagamento dos juros. Ontem à noite, o placar eletrônico Jurômetro atingiu 389 bilhões e 110 milhões de reais. Valor desembolsado pelo governo federal para rolar o que deve. Até o final do ano, passará dos 400 bilhões, que representarão mais do que a soma dos orçamentos dos Ministérios da Saúde, da Educação e da Segurança Pública.

Age em silêncio

Não foi com a chegada de Michel Temer ao poder que a esquerda panfletária e empedernida deixou o Ministério da Educação. Questões da recente prova do Enem comprovam. Se depender apenas deles, continuarão sem constrangimento dando as cartas no próximo governo. Mantêm-se fiéis ao ditado: há governo, sou a favor.

Por baixo do pano, manipulam como querem.

Existe a chance

Desde que Temer assumiu a presidência, passou a defender a reforma da Previdência Social. Foi torpedeado. Agora, Jair Bolsonaro quer que o projeto entre em votação antes de assumir. Sem as modificações, acha que o Tesouro Nacional não aguentará. Tem razão.

Giro do carrossel

Há um pouco de fantasia nas afirmações de que a transição no governo do Estado é pacífica. Os que provaram as delícias do poder não tem prazer em deixá-lo. Quem entra percebe o mal estar e apenas suporta, respondendo com sorriso de pena. É assim há décadas e não vai mudar.

Estava longe

A ausência em campanha teve um precedente: em 1919, Epitácio Pessoa tornou-se presidente da República, obtendo 286 mil votos. Derrotou Rui Barbosa, que estacionou nos 116 mil. Epitácio passou todo o período eleitoral na França, representando o Brasil durante a Conferência de Versalhes. Nascido na Paraíba, foi o primeiro a impedir que a dobradinha de candidatos do eixo São Paulo e Minas Gerais se revezasse no poder.

Aos promotores do desenvolvimento

A comissão julgadora do Prêmio Folha Verde, que este colunista integra, representando a Rede Pampa, reúne-se na manhã de hoje para escolher os vencedores de 2018. Instituído em 1995 pela Comissão de Agricultura, Pecuária e Cooperativismo da Assembleia Legislativa, reconhece pessoas e entidades, em 12 categorias, que se destacam no setor primário.

O presidente da Comissão é o deputado estadual Adolfo Brito, reeleito em outubro para o sétimo mandato.

Só para atrapalhar

A Prefeitura de Porto Alegre está trocando os parquímetros, em operação há muitos anos, por novos. Ótimo. O que deveria fazer é recolher os que trancam, rejeitam moedas e não emitem comprovantes. Azuizinhos aparecem, de hora em hora, para multar. Motoristas que entraram com recursos na EPTC, documentando por meio de gravações e testemunhas, não obtiveram o perdão. Um deboche.
Prefeito Marchezan: mande lacrar ou tirar as geringonças das ruas.

Descomplicando

Desde o regime militar, Itamar Franco foi o único presidente que não baixou decreto sobre a desburocratização. Mesmo assim, os resultados nas demais gestões foram pífios. Jair Bolsonaro tratou do tema durante a campanha. Antes de pôr em prática as medidas prometidas, poderia conferir o que Portugal fez para avançar. Hoje, é modelo na Europa.

Sem demora

A febre de agressões a professores só vai baixar quando for modificada a lei, tornando a prisão automática e sem direito a pagamento de fiança.

O país é uma festa

A expectativa da Associação Brasileira de Eventos Sociais é de que o faturamento do setor, este ano, supere 20 bilhões de reais. Em 2018, foram 17 bilhões. A diferença se dará por conta de incontáveis comemorações após as eleições.

Há 75 anos

A 8 de novembro de 1943, circular do secretário estadual da Educação, Coelho de Souza, pediu aos delegados regionais de ensino vigilância contra a infiltração nazi-fascista.

Não muda

A cada aumento salarial para setores do funcionalismo público, mesmo que custe 4 bilhões de reais por ano, confirma-se o ditado com pequena variante: manda quem pode, paga quem precisa.

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