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A chama crioula e sua história

Acendimento da chama crioula no Palácio Piratini 2015

A chama tradicionalmaente é extinta no dia 20, encerrando os festejos da Semana Farroupilha. FOTO: LUCAS UEBEL/O Sul

Ontem, 20 de setembro, foi extinta a chama crioula, acesa no dia 14 de setembro pelo governador do Esatdo, José Ivo Sartori, no Palácio Piratini, marcando oficalmente os festejos da Semana Farroupilha.  A história da chama vem carregada de tradição:

No ano de 1947 foi criado em Porto Alegre, no Colégio Júlio de Castilhos, um Departamento de Tradições Gaúchas, com o objetivo de resgatar, preservar e proporcionar a revitalização das coisas tradicionais do Rio Grande do Sul, através da história gaúcha. Naquele momento, um grupo de jovens do colégio manifestou o desejo de fazer,  a cavalo, o acompanhamento dos restos mortais do General Farroupilha, David Canabarro, que era transladado ao Panteão Rio-grandense no cemitério da Santa Casa de Misericórdia. O ato ocorreu em 5 de setembro, com oito jovens a cavalo. Dois dias depois, três daqueles jovens (Paixão Cortes, Cyro Ferreira e Fernando Vieira) também a cavalo retiraram uma centelha do Fogo Simbólico da Pátria, a meia noite do dia 7, acendendo o candeeiro crioulo que foi guardado no Colégio Julio de Castilhos, dando origem à Chama Crioula, que simboliza o apego do gaúcho à sua terra, o seu nativismo, seu telurismo. Casa de apostas e Casino Betano jogar. A Chama Crioula traz em si o reconhecimento pela história e pela trajetória social do gaúcho. Desde então, o acendimento e distribuição da chama crioula se repete anualmente.

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